Lua: estou indo . - avisou enquanto levantava da cama e abria a porta - Pollis . - desmoronou ao ver o amigo ali e o toda a tranquilidade falsa de seu rosto foi substituida por magoa .
Chay: vem cá vem loirinha . - chamou abrindo os braços .
Lua hesitou mas acabou indo, o abraçou com toda a força que tinha como se ele pudesse a qualquer momento fugir, e ela estava mesmo precisando de alguém agora, mesmo que jamais tivesse pensando que seria Chay .
Chay: vem cá vem loirinha . - chamou abrindo os braços .
Lua hesitou mas acabou indo, o abraçou com toda a força que tinha como se ele pudesse a qualquer momento fugir, e ela estava mesmo precisando de alguém agora, mesmo que jamais tivesse pensando que seria Chay .
Lua ficou ali, apenas abraçada a Chay se deixando chorar, estava muito magoada, ferida, as palavras de Arthur machucaram-na de um jeito que ela jamais pensou ser possivel, não tinha idéia do porque estava assim .
Lua: não consigo entender . - murmurou com a cabeça ainda encostada no peito de Chay que lhe abraçava enquanto os dois estavam sentados na cama dela .
Chay: o que você não consegue entender ? - perguntou confuso, Lua não disse nada sobre o que Arthur havia falado, ela lhe levantou os olhos vermelhos .
Lua: porque eu estou assim Chay ? Eu nunca fui de chorar pelas coisas que os outros disseram de mim, muito menos ele . - disse, a magoa evidente em sua voz .
Chay: você gosta dele Lu . - deu ênfase no 'gosta' - Mais até do que você pensa . - afirmou, certo do que dizia .
Lua: não ! - exclamou dando um salto da cama - Eu não gosto dele, só . . - pensou - me aproximei mais do que devia por passar tanto tempo com ele . - deu de ombros - É só isso . - assentiu com a cabeça olhando o amigo que arqueou as sobrancelhas .
Chay: pense bem Lua, lembre-se de cada dia que ele passou aqui contigo, de como você se sente bem ao lado dele mesmo contra sua vontade, - começou olhando-a, diabos, como Chay sabia disso ? - lembre de como ele a faz sorrir como ninguém . - terminou piscando e secou o rosto dela .
Lua o olhou curiosa mas nada falou, não tinha noção de como Chay sabia de tudo que se passava no coração dela, mas ele de algum jeito sabia . Só que . . ela não podia simplesmente estar gostando dele, não de Arthur Aguiar . Os dois se olharam mais um tempo e ela lhe abraçou, murmurando um obrigado perto de seu ouvido, o amigo apenas sorriu soltando-a e a campanhinha tocou .
Lua: é ele . - disse chorosa e Chay apenas apontou a porta com a cabeça para que ela fosse atendê-lo .
Lua: não consigo entender . - murmurou com a cabeça ainda encostada no peito de Chay que lhe abraçava enquanto os dois estavam sentados na cama dela .
Chay: o que você não consegue entender ? - perguntou confuso, Lua não disse nada sobre o que Arthur havia falado, ela lhe levantou os olhos vermelhos .
Lua: porque eu estou assim Chay ? Eu nunca fui de chorar pelas coisas que os outros disseram de mim, muito menos ele . - disse, a magoa evidente em sua voz .
Chay: você gosta dele Lu . - deu ênfase no 'gosta' - Mais até do que você pensa . - afirmou, certo do que dizia .
Lua: não ! - exclamou dando um salto da cama - Eu não gosto dele, só . . - pensou - me aproximei mais do que devia por passar tanto tempo com ele . - deu de ombros - É só isso . - assentiu com a cabeça olhando o amigo que arqueou as sobrancelhas .
Chay: pense bem Lua, lembre-se de cada dia que ele passou aqui contigo, de como você se sente bem ao lado dele mesmo contra sua vontade, - começou olhando-a, diabos, como Chay sabia disso ? - lembre de como ele a faz sorrir como ninguém . - terminou piscando e secou o rosto dela .
Lua o olhou curiosa mas nada falou, não tinha noção de como Chay sabia de tudo que se passava no coração dela, mas ele de algum jeito sabia . Só que . . ela não podia simplesmente estar gostando dele, não de Arthur Aguiar . Os dois se olharam mais um tempo e ela lhe abraçou, murmurando um obrigado perto de seu ouvido, o amigo apenas sorriu soltando-a e a campanhinha tocou .
Lua: é ele . - disse chorosa e Chay apenas apontou a porta com a cabeça para que ela fosse atendê-lo .
Lua andou lentamente até a porta de seu quarto e quando o abriu escutou seu pai falando com Arthur . ' Suba, ela esta com um amigo la em cima então acho que ta tudo bem .' ele disse inocente e ela virou-se para o amigo novamente .
Chay: vai ficar tudo bem Lu . - disse beijando-lhe a testa e descendo as escadas encontrando com Arthur no meio do caminho .
Os dois pararam e Chay lançava um olhar decepcionado pra Arthur que estava mais confuso do que nunca, ele então apenas abaixou a cabeça e subiu para o quarto de Lua . Chay não sabia exatamente o que Arthur havia dito, mas pra amiga ficar daquele jeito alguma coisa de muito grave devia ter sido, Lua não era de se chorar e Chay jamais a imaginara como estava hoje, tão insegura e frágil .
Lua: vamos . - chamou quando viu Arthur chegar à porta do seu quarto e ele franzia as sobrancelhas, o coração martelando dolorosamente - Amanhã vai ter prova de matemática, geografia e história, - começou sentando-se na cadeira e ele acompanhou-a sentando na outra - damos uma revisada nessas matérias e depois vamos estudar química sim ?!
Ele assentiu com a cabeça mas ela em momento algum lhe olhou, estava agindo como se nada tivesse acontecido, será que ela teria mesmo escutado tudo ? Agora ele se perguntava olhando-a, o rosto dela não tinha expressão alguma e sua voz não tinha entonação, estava fria mas se forçando a ser normal . Isso o estava machucando, preferia que ela lhe gritasse, esbravejasse, mas não, ela simplesmente estava ignorando tudo . Ele tinha vontade de falar, de soltar tudo mesmo sem saber o porquê, sua maior vontade agora era de ir até ela e lhe pedir desculpas, dizer que foi burrice ter falado tudo aquilo, que ele não queria, fora forçado . Mas sabia que isso não era verdade, que tudo saiu da boa dele porque o mesmo quis, mas isso estava fazendo mal a ele e pior ainda, estava fazendo mal a ela, ele podia ver isso em seus olhos .
Chay: vai ficar tudo bem Lu . - disse beijando-lhe a testa e descendo as escadas encontrando com Arthur no meio do caminho .
Os dois pararam e Chay lançava um olhar decepcionado pra Arthur que estava mais confuso do que nunca, ele então apenas abaixou a cabeça e subiu para o quarto de Lua . Chay não sabia exatamente o que Arthur havia dito, mas pra amiga ficar daquele jeito alguma coisa de muito grave devia ter sido, Lua não era de se chorar e Chay jamais a imaginara como estava hoje, tão insegura e frágil .
Lua: vamos . - chamou quando viu Arthur chegar à porta do seu quarto e ele franzia as sobrancelhas, o coração martelando dolorosamente - Amanhã vai ter prova de matemática, geografia e história, - começou sentando-se na cadeira e ele acompanhou-a sentando na outra - damos uma revisada nessas matérias e depois vamos estudar química sim ?!
Ele assentiu com a cabeça mas ela em momento algum lhe olhou, estava agindo como se nada tivesse acontecido, será que ela teria mesmo escutado tudo ? Agora ele se perguntava olhando-a, o rosto dela não tinha expressão alguma e sua voz não tinha entonação, estava fria mas se forçando a ser normal . Isso o estava machucando, preferia que ela lhe gritasse, esbravejasse, mas não, ela simplesmente estava ignorando tudo . Ele tinha vontade de falar, de soltar tudo mesmo sem saber o porquê, sua maior vontade agora era de ir até ela e lhe pedir desculpas, dizer que foi burrice ter falado tudo aquilo, que ele não queria, fora forçado . Mas sabia que isso não era verdade, que tudo saiu da boa dele porque o mesmo quis, mas isso estava fazendo mal a ele e pior ainda, estava fazendo mal a ela, ele podia ver isso em seus olhos .
À tarde dos dois passou mais lentamente do que nunca, ela falou o dia inteiro e ele em momento algum abriu a boca pois sabia que se o fizesse despejaria tudo o que estava preso em sua garganta . Vai que ela não tivesse ouvido não é mesmo ?
Lua: bom, esta liberado . - disse simples olhando o relógio e fechou os cadernos antes de se levantar e ir até a porta abrindo-a para que Christopher saísse .
Arthur: até amanhã . - murmurou à voz rouca, o coração de Lua estava pequeno diante da dor que o consumia .
Ela apenas fechou a porta antes de se jogar na cama com o rosto sendo abafado pelo travesseiro . Não ia chorar, por mais que as palavras dele não parassem de ecoar em sua cabeça, não ia mais chorar por causa dele, ele não merecia uma lágrima se quer dela . Logo isso tudo acabaria e ela estaria longe dali, pois é, sua ida para Nova Iorque estava marcada para sexta à noite .
Sophia: o que aconteceu ontem ? - perguntou já no outro dia no colégio abraçando a loira- Porque você foi embora, nós não tínhamos combinado de sair juntas ? - soltou-a colocando as mãos na cintura .
Mel: sim Lua Maria Blanco, quer nos explicar porque nos deu o bolo ? - perguntou também a abraçando e olhando-a em seguida .
Lua: me perdoem . - pediu olhando-as e a magoa ainda estava instalada em seus olhos, as amigas podiam ver .
Sophia: pequena, - começou examinando seu rosto - o que aconteceu ?
Lua: não é nada, - negou com a cabeça - nada que mereça importância . - murmurou baixo .
Mel: não parece, - disse puxando seu rosto para que ela a olhasse - vamos, juramos sinceridade sempre, lembra ? - lembrou do dia em que as três fizeram um pacto de sinceridade .
Lua: bom, esta liberado . - disse simples olhando o relógio e fechou os cadernos antes de se levantar e ir até a porta abrindo-a para que Christopher saísse .
Arthur: até amanhã . - murmurou à voz rouca, o coração de Lua estava pequeno diante da dor que o consumia .
Ela apenas fechou a porta antes de se jogar na cama com o rosto sendo abafado pelo travesseiro . Não ia chorar, por mais que as palavras dele não parassem de ecoar em sua cabeça, não ia mais chorar por causa dele, ele não merecia uma lágrima se quer dela . Logo isso tudo acabaria e ela estaria longe dali, pois é, sua ida para Nova Iorque estava marcada para sexta à noite .
Sophia: o que aconteceu ontem ? - perguntou já no outro dia no colégio abraçando a loira- Porque você foi embora, nós não tínhamos combinado de sair juntas ? - soltou-a colocando as mãos na cintura .
Mel: sim Lua Maria Blanco, quer nos explicar porque nos deu o bolo ? - perguntou também a abraçando e olhando-a em seguida .
Lua: me perdoem . - pediu olhando-as e a magoa ainda estava instalada em seus olhos, as amigas podiam ver .
Sophia: pequena, - começou examinando seu rosto - o que aconteceu ?
Lua: não é nada, - negou com a cabeça - nada que mereça importância . - murmurou baixo .
Mel: não parece, - disse puxando seu rosto para que ela a olhasse - vamos, juramos sinceridade sempre, lembra ? - lembrou do dia em que as três fizeram um pacto de sinceridade .
Lua: tudo bem, - suspirou dando-se por vencida - ontem quando eu sai da sala sabe . . . - começou enquanto elas andavam pra dentro da sala e sentavam-se juntas nos seus lugares .
Sophia: meu Deus Lu . - murmurou incrédula quando ela terminou de contar .
Sophia: meu Deus Lu . - murmurou incrédula quando ela terminou de contar .
Mel: ele não pode ter falado isso . - disse baixo e Lua apenas abaixou a cabeça olhando as mãos que estavam paradas em cima de suas pernas .
Sophia: ei, - chamou puxando o rosto da amiga para olhá-la - não fica assim . Cadê a nossa Lua, que não se abalava com nada que os outros diziam hã ?! - perguntou com um sorriso de canto no rosto .
Lua: acho que ela fugiu e se escondeu quando ouviu tudo o que ele disse, - deu de ombros olhando as duas - foi demais pra ela, mesmo sem saber por quê . - suspirou e as amigas lhe olharam .
Nenhuma das duas sabia ou tinha o que dizer, então apenas abraçaram-na uma de cada lado . Lua estava decidida a não ficar abalada com o que ele dissera, mas quando o mesmo chegou à sala e encontrou os olhos dela isso a machucou, ela respirou fundo ignorando a dor e olhou as amigas que lhe sorriram, e por elas sabia que não estava de sozinha .
Sophia: ei, - chamou puxando o rosto da amiga para olhá-la - não fica assim . Cadê a nossa Lua, que não se abalava com nada que os outros diziam hã ?! - perguntou com um sorriso de canto no rosto .
Lua: acho que ela fugiu e se escondeu quando ouviu tudo o que ele disse, - deu de ombros olhando as duas - foi demais pra ela, mesmo sem saber por quê . - suspirou e as amigas lhe olharam .
Nenhuma das duas sabia ou tinha o que dizer, então apenas abraçaram-na uma de cada lado . Lua estava decidida a não ficar abalada com o que ele dissera, mas quando o mesmo chegou à sala e encontrou os olhos dela isso a machucou, ela respirou fundo ignorando a dor e olhou as amigas que lhe sorriram, e por elas sabia que não estava de sozinha .
A semana passou e nos outros dias pediu para seu pai dizer a Arthur que não se sentia bem, que estava indisposta, então ele ia pra casa insatisfeito, queria vê-la, saber como realmente estava, porque no colégio ela parecia bem, as amigas e Chaya faziam rir, se sentia feliz, mas Arthur sabia que quando ela estava sozinha mostrava o que realmente sentia . Só que enquanto ela não queria vê-lo ele nada podia fazer .
Lua: bom, hoje é quinta e eu não posso ignorar ele . - suspirou balançando a cabeça, as meninas lhe olhavam - Amanhã é prova de química e eu prometi ajudá-lo, costumo cumprir com a minha palavra . - deu de ombros .
Mel: bom, - começou estreitando os olhos - então, se ele fizer alguma coisa avisa que eu bato nele . - disse ameaçadora com o dedo na frente do rosto de Lua que riu .
Sophia: nós batemos, por que . . - respirou fundo antes de terminar e as outras duas olharam-na - somos as três mosqueteiras . - terminou e parecia uma menininha birrenta com as sobrancelhas franzidas, as amigas caíram na gargalhada .
Lua: bom, hoje é quinta e eu não posso ignorar ele . - suspirou balançando a cabeça, as meninas lhe olhavam - Amanhã é prova de química e eu prometi ajudá-lo, costumo cumprir com a minha palavra . - deu de ombros .
Mel: bom, - começou estreitando os olhos - então, se ele fizer alguma coisa avisa que eu bato nele . - disse ameaçadora com o dedo na frente do rosto de Lua que riu .
Sophia: nós batemos, por que . . - respirou fundo antes de terminar e as outras duas olharam-na - somos as três mosqueteiras . - terminou e parecia uma menininha birrenta com as sobrancelhas franzidas, as amigas caíram na gargalhada .
Lua: sim minhas mosqueteiras favoritas, - disse ainda se recuperando da crise de riso junto com as outras - agora eu preciso ir, amo vocês . - terminou abraçando as duas de uma vez .
Mel: também amamos você, - sorriu soltando-a e mandando um beijo no ar quando ela já saia - se cuida .
Ela seguiu em direção a sua casa com os pensamentos a mil, afinal, estava se mudando amanhã já, suas malas estava prontas embaixo da cama, não via a hora de sair dali . Cumprimentou seu pai quando entrou em casa, lavou as mãos e foi almoçar com ele, Lua sempre contara tudo a Billy, mas nada ele sabia sobre Arthur e ela preferia manter tudo assim . Logo quando terminaram ela beijou seu rosto e subiu pra escovar os dentes e tomar banho, vestir um blusão e uma bermudinha folgada.
Mel: também amamos você, - sorriu soltando-a e mandando um beijo no ar quando ela já saia - se cuida .
Ela seguiu em direção a sua casa com os pensamentos a mil, afinal, estava se mudando amanhã já, suas malas estava prontas embaixo da cama, não via a hora de sair dali . Cumprimentou seu pai quando entrou em casa, lavou as mãos e foi almoçar com ele, Lua sempre contara tudo a Billy, mas nada ele sabia sobre Arthur e ela preferia manter tudo assim . Logo quando terminaram ela beijou seu rosto e subiu pra escovar os dentes e tomar banho, vestir um blusão e uma bermudinha folgada.
Lua: hã, me desculpe, não me sentia muito bem esses dias . - olhava os cadernos enquanto já estava sentada junto dele folheando algumas coisas .
Arthur: tudo bem . - disse baixo sem tirar os olhos dela, queria que ela o encarasse mas em nenhum momento a mesma o fez .
Por incrível que pareça a tarde passou incrivelmente rápido e eles estudaram tudo bem direitinho, terminando no horário de sempre . Os dois levantaram-se na mesma hora após fecharem todos os cadernos e livros .
Lua: é, hoje era o ultimo dia . - informou e agora ela encarava-o, o rosto sem expressão alguma - Acabou . . - murmurou indo em direção a porta e passando do lado dele .
E para sua surpresa uma mão grande se fechou em seu punho e a puxou de volta fazendo assim com que ela batesse o corpo com o dele e pousasse a mão livre em cima de seu peito involuntariamente .
Arthur: obrigado . - agradeceu aparentemente por tudo .
Arthur: tudo bem . - disse baixo sem tirar os olhos dela, queria que ela o encarasse mas em nenhum momento a mesma o fez .
Por incrível que pareça a tarde passou incrivelmente rápido e eles estudaram tudo bem direitinho, terminando no horário de sempre . Os dois levantaram-se na mesma hora após fecharem todos os cadernos e livros .
Lua: é, hoje era o ultimo dia . - informou e agora ela encarava-o, o rosto sem expressão alguma - Acabou . . - murmurou indo em direção a porta e passando do lado dele .
E para sua surpresa uma mão grande se fechou em seu punho e a puxou de volta fazendo assim com que ela batesse o corpo com o dele e pousasse a mão livre em cima de seu peito involuntariamente .
Arthur: obrigado . - agradeceu aparentemente por tudo .
As respirações dos dois agora se alteravam, estavam perto, perto demais pra ambos . Arthur se aproximou dela lentamente e apenas roçou os lábios com os seus fazendo-a fechar os olhos, mas ela o surpreendeu afastando o rosto apenas um pouco antes de começar a falar .
Lua: acabou, - murmurou afastando ele com a mão que estava em seu peito fazendo-o abrir os olhos e encará-la - agora tudo pode voltar a ser como antes não é ? - a magoa em sua voz a denunciava - E vai ser como se eu nunca tivesse existido . - repetiu baixo as palavras que ele mesmo falou no outro dia, e isso foi o suficiente .
Uma dor lascinante atingiu o lado esquerdo do peito de Arthur, então ela havia mesmo escutado tudo, cada palavra que ele disse para os amigos, e agora ele estava vendo o quanto isso a machucava, o quanto ela estava sofrendo por causa dele, e por Deus como isso o torturava .
Arthur: não Lua eu . . . - interrompido .
Lua: Arthur, não fala nada, - pediu olhando-o - só vai embora, sai daqui .
Lua: acabou, - murmurou afastando ele com a mão que estava em seu peito fazendo-o abrir os olhos e encará-la - agora tudo pode voltar a ser como antes não é ? - a magoa em sua voz a denunciava - E vai ser como se eu nunca tivesse existido . - repetiu baixo as palavras que ele mesmo falou no outro dia, e isso foi o suficiente .
Uma dor lascinante atingiu o lado esquerdo do peito de Arthur, então ela havia mesmo escutado tudo, cada palavra que ele disse para os amigos, e agora ele estava vendo o quanto isso a machucava, o quanto ela estava sofrendo por causa dele, e por Deus como isso o torturava .
Arthur: não Lua eu . . . - interrompido .
Lua: Arthur, não fala nada, - pediu olhando-o - só vai embora, sai daqui .
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