Arthur: quantas vezes nós vamos brigar por isso ? – perguntou cansado, seu tom de voz agora baixo enquanto ele andava atrás dela .
Lua: quantas forem necessárias . – concluiu parando no meio do corredor – Eu não agüento mais essa garota atracada no seu pescoço dia e noite . – soltou olhando-o e ela não sabia, mas uma morena escutava toda a briga atrás da porta onde os dois haviam parado, exatamente a do quarto dela - Você escolhe, é ela ou eu . - disse e os olhos dele se arregalaram, não estava acreditando que ela o colocara nessa situação .
Arthur: Lua, eu sempre fui o melhor amigo dela, quando ela desmoronou, desabou, fui eu quem a ajudei a levantar, fui eu quem não a deixou cair, e desde sempre nós somos muito apegados, então não posso simplesmente mudar de uma hora pra outra . – negou suspirando .
Lua: quantas forem necessárias . – concluiu parando no meio do corredor – Eu não agüento mais essa garota atracada no seu pescoço dia e noite . – soltou olhando-o e ela não sabia, mas uma morena escutava toda a briga atrás da porta onde os dois haviam parado, exatamente a do quarto dela - Você escolhe, é ela ou eu . - disse e os olhos dele se arregalaram, não estava acreditando que ela o colocara nessa situação .
Arthur: Lua, eu sempre fui o melhor amigo dela, quando ela desmoronou, desabou, fui eu quem a ajudei a levantar, fui eu quem não a deixou cair, e desde sempre nós somos muito apegados, então não posso simplesmente mudar de uma hora pra outra . – negou suspirando .
Lua: então fique com ela Arthur, simples assim . – deu de ombros, seus olhos estavam úmidos .
Arthur viu Lua correr para a suíte e quando a porta bateu ouviu a chave virar, ela passaria a tarde trancada ali e ele iria tentar sem sucesso fazer com que ela abrisse a porta . Quando já era noite Lua estava deitada na cama, olhava o teto, suspirando vez o outra .
Lua: vá embora Arthur, eu já disse que não vou abrir . – ralhou de repente irritada .
xxxx: não é o Arthur . – negou a voz feminina do outro lado da porta, e isso fez Lua dar um salto surpresa .
Arthur viu Lua correr para a suíte e quando a porta bateu ouviu a chave virar, ela passaria a tarde trancada ali e ele iria tentar sem sucesso fazer com que ela abrisse a porta . Quando já era noite Lua estava deitada na cama, olhava o teto, suspirando vez o outra .
Lua: vá embora Arthur, eu já disse que não vou abrir . – ralhou de repente irritada .
xxxx: não é o Arthur . – negou a voz feminina do outro lado da porta, e isso fez Lua dar um salto surpresa .
Lua: oi . – murmurou quando já tinha aberto a porta e olhava Priscila que estava parada a sua frente com o rosto neutro .
Priscila: será que eu posso entrar ? – perguntou mirando Lua e essa lhe deu espaço .
Lua: aconteceu alguma coisa ? – ela olhou a outra confusa quando fechou a porta .
Priscila: olha só, eu sei que não somos melhores amigas mas vou te contar uma história que só o Arthur saber, - disse incerta e bateu na cama ao seu lado – vem cá .
Lua: mas o que . . eu não . . – de sobrancelhas franzidas ela tentou achar palavras, mas estava confusa .
Priscila: por favor, só senta aqui e me escuta . – pediu olhando-a e Lua então o fez .
Ela caminhou lentamente até a cama sentando ao lado de Priscila e ficando de frente pra mesma, as duas sentaram-se em posição de lótus .
Priscila: bom, a exatamente doze anos atrás eu morava no Brasil com os meus pais, éramos a família perfeita e eu não tinha duvidas disso mesmo que ainda fosse uma menina . – começou suspirando e Lua ainda a olhava confusa – Mas então um certo dia quando os meus pais chegaram em casa eu tive uma surpresa, eles não estavam sozinhos, traziam com eles um menino quase da minha altura, das feições tristes e eu fiquei muito confusa . Quando eles me explicaram que aquele menino a partir daquele dia moraria com a gente, seria como o meu irmão porque a mãe dele havia deixado-o sozinho, eu me revoltei, fiquei brava, coisa de criança, gritei os meus pais e me tranquei no quarto . Afinal, eu gostava de ser filha única, era paparicada sozinha .
Lua: e esse menino era o Pedro ? – perguntou surpresa, a compreensão finalmente tomando conta de seu rosto, Priscila assentiu .
Priscila: será que eu posso entrar ? – perguntou mirando Lua e essa lhe deu espaço .
Lua: aconteceu alguma coisa ? – ela olhou a outra confusa quando fechou a porta .
Priscila: olha só, eu sei que não somos melhores amigas mas vou te contar uma história que só o Arthur saber, - disse incerta e bateu na cama ao seu lado – vem cá .
Lua: mas o que . . eu não . . – de sobrancelhas franzidas ela tentou achar palavras, mas estava confusa .
Priscila: por favor, só senta aqui e me escuta . – pediu olhando-a e Lua então o fez .
Ela caminhou lentamente até a cama sentando ao lado de Priscila e ficando de frente pra mesma, as duas sentaram-se em posição de lótus .
Priscila: bom, a exatamente doze anos atrás eu morava no Brasil com os meus pais, éramos a família perfeita e eu não tinha duvidas disso mesmo que ainda fosse uma menina . – começou suspirando e Lua ainda a olhava confusa – Mas então um certo dia quando os meus pais chegaram em casa eu tive uma surpresa, eles não estavam sozinhos, traziam com eles um menino quase da minha altura, das feições tristes e eu fiquei muito confusa . Quando eles me explicaram que aquele menino a partir daquele dia moraria com a gente, seria como o meu irmão porque a mãe dele havia deixado-o sozinho, eu me revoltei, fiquei brava, coisa de criança, gritei os meus pais e me tranquei no quarto . Afinal, eu gostava de ser filha única, era paparicada sozinha .
Lua: e esse menino era o Pedro ? – perguntou surpresa, a compreensão finalmente tomando conta de seu rosto, Priscila assentiu .
Priscila: e desse dia em diante eu e o Pedro brigávamos como cão e gato dentro de casa, ainda pequenos chegamos a nos bater . – negou com a cabeça e riu sem humor – Mas nós fomos crescendo, nos tornando adolescentes inconseqüentes, estudávamos na mesma escola mesmo que em classes diferentes . E eu passei a me sentir estranha perto dele, minhas pernas bambeavam sempre que ele passava, meu coração dava solavancos quando ele andava de toalha pelo meio da casa aparentemente distraído demais pra me ver . – ela parou de repente, parecia lembrar muito nitidamente agora .
Lua: e então . . . – incentivou olhando a outra que voltou sua atenção pra ela .
Priscila: então, chegou o dia em que nós nos beijamos pela primeira vez e ele confessou a mim que se sentia do mesmo jeito que eu . Estávamos completamente apaixonados, mas infelizmente, aos olhos dos nossos pais nós éramos irmãos e desse jeito tínhamos que ficar nos escondendo sempre . Mesmo assim eu jamais havia me sentido tão, tão feliz . Aconteceu de a minha primeira vez ser com ele, eu não tenho palavras para descrever o quão incrível foi, - suspirou pesadamente, as memórias voltando e ela sentia seu rosto corar por estar contando tudo isso a Lua, mas ia continuar – eu adormeci na noite em que me tornei mulher nos braços de quem eu mais amava no mundo e acordei sozinha na manhã seguinte . – disse amargurada .
Lua: mas o que ? – ela franziu as sobrancelhas negando com a cabeça – Ele não deixou você .
Lua: e então . . . – incentivou olhando a outra que voltou sua atenção pra ela .
Priscila: então, chegou o dia em que nós nos beijamos pela primeira vez e ele confessou a mim que se sentia do mesmo jeito que eu . Estávamos completamente apaixonados, mas infelizmente, aos olhos dos nossos pais nós éramos irmãos e desse jeito tínhamos que ficar nos escondendo sempre . Mesmo assim eu jamais havia me sentido tão, tão feliz . Aconteceu de a minha primeira vez ser com ele, eu não tenho palavras para descrever o quão incrível foi, - suspirou pesadamente, as memórias voltando e ela sentia seu rosto corar por estar contando tudo isso a Lua, mas ia continuar – eu adormeci na noite em que me tornei mulher nos braços de quem eu mais amava no mundo e acordei sozinha na manhã seguinte . – disse amargurada .
Lua: mas o que ? – ela franziu as sobrancelhas negando com a cabeça – Ele não deixou você .
Priscila: sim, ele deixou . – murmurou, a magoa aparente em sua voz – Simplesmente foi embora . Quando minha mãe me disse que o Pedro havia saído com meu pai para o aeroporto e que ele iria pra Nova Iorque meu mundo simplesmente desmoronou, eu não podia acreditar que depois de tudo que nós havíamos passado juntos ele simplesmente ia embora, mas foi assim que aconteceu . Então para a minha surpresa, Arthur apareceu em minha casa tão desconsolado e eu não sabia porque, mas ao ver a minha dor ele deixou a sua de lado pra tentar me amparar, mesmo que não conseguisse fazer com que a dor passasse ele estava la, todos os dias ao meu lado e assim foi durante anos, porque mesmo quando ele veio embora pra Nova Iorque estava comigo, porque eu vim junto . – fez uma pausa respirando fundo antes de continuar – E quando finalmente eu me senti melhor, resolvi que deixaria essa história de lado, voltei o meu contato com o Pedro um ano depois do acontecido e pedi para esquecermos, não tocarmos no assunto, então até hoje foi assim .
Lua: você ainda o ama . – concluiu sondando o rosto dela e viu esse se contrair .
Priscila: não, - negou com a cabeça desviando os olhos dos de Lua – nós somos bons amigos e só . – concluiu dando o assunto por encerrado – Mas eu te contei tudo isso porque eu não gosto de ver você brigar com o Arthur, ele ama você de um jeito que pra quem vê de fora parece doentio, quando te olha parece adorar você como se quisesse colocá-la num altar e se pudesse o faria . E assim, você pode perceber que eu e o Thur somos bons amigos, os melhores, que ele sempre esteve ao meu lado, por isso eu sou tão apegada a ele . Mas prometo tentar não grudar tanto . – disse e piscou com um sorriso no canto do rosto .
Lua: você ainda o ama . – concluiu sondando o rosto dela e viu esse se contrair .
Priscila: não, - negou com a cabeça desviando os olhos dos de Lua – nós somos bons amigos e só . – concluiu dando o assunto por encerrado – Mas eu te contei tudo isso porque eu não gosto de ver você brigar com o Arthur, ele ama você de um jeito que pra quem vê de fora parece doentio, quando te olha parece adorar você como se quisesse colocá-la num altar e se pudesse o faria . E assim, você pode perceber que eu e o Thur somos bons amigos, os melhores, que ele sempre esteve ao meu lado, por isso eu sou tão apegada a ele . Mas prometo tentar não grudar tanto . – disse e piscou com um sorriso no canto do rosto .
Lua: meu Deus, eu fui uma idiota ciumenta não é ? – perguntou, as sobrancelhas franzidas .
Priscila: não se julgue, qualquer outra mulher já teria voado no meu pescoço . – concluiu com um sorriso divertido nos lábios .
Lua: mas eu fui imatura, me desculpa ter sido tão arrogante e indiferente com você desde que te vi, mas é que, - suspirou com dificuldade pra admitir – era irritante ver você o tempo todo ao lado dele, abraçada, fazendo-o rir e rindo das coisas que ele dizia . – lembrou fazendo bico, Priscila riu de leve .
Priscila: tudo bem, eu entendo . – assentiu olhando-a – Mas tenho certeza que não foi nada fácil pra ele também ver você atracada no pescoço do Pedro, - riu de leve da careta que a outra fez – e ele evitou várias brigas com você mesmo assim .
Lua: é, eu sei . – mordeu o lábio – Mas eu fiquei louca de ciúmes . – confessou – Acho que tenho que ir falar com ele né ?! – perguntou olhando-a e viu ela assentir .
Priscila: vai lá e conversa com ele, vai ficar tudo bem . – garantiu levantando e abraçando Lua que ficara também de pé – Eu gosto de você sabia ? – disse surpreendendo ela – Cuide bem do meu priminho . – piscou antes de caminhar até a porta e sair do quarto .
Lua andou lentamente até a porta por onde antes Priscila havia saído e fez o mesmo, foi de quarto em quarto procurando Arthur até que o achou já tomado banho, vestindo apenas uma calça moletom .
Arthur: tudo bem . – murmurou olhando-a antes mesmo de ela dizer alguma coisa .
Lua: não Thur, - negou mordendo o lábio e andou até ele parando de frente ao mesmo – eu desconfiei de você mesmo você me pedindo pra acreditar, que fiquei com raiva várias vezes e te gritei sem motivo algum, eu fui uma idiota, - suspirou antes de sussurrar, os olhos ainda presos aos dele – me desculpa, eu amo você ! – então ela o abraçou e ele não pensou duas vezes antes de retribuir .
Priscila: não se julgue, qualquer outra mulher já teria voado no meu pescoço . – concluiu com um sorriso divertido nos lábios .
Lua: mas eu fui imatura, me desculpa ter sido tão arrogante e indiferente com você desde que te vi, mas é que, - suspirou com dificuldade pra admitir – era irritante ver você o tempo todo ao lado dele, abraçada, fazendo-o rir e rindo das coisas que ele dizia . – lembrou fazendo bico, Priscila riu de leve .
Priscila: tudo bem, eu entendo . – assentiu olhando-a – Mas tenho certeza que não foi nada fácil pra ele também ver você atracada no pescoço do Pedro, - riu de leve da careta que a outra fez – e ele evitou várias brigas com você mesmo assim .
Lua: é, eu sei . – mordeu o lábio – Mas eu fiquei louca de ciúmes . – confessou – Acho que tenho que ir falar com ele né ?! – perguntou olhando-a e viu ela assentir .
Priscila: vai lá e conversa com ele, vai ficar tudo bem . – garantiu levantando e abraçando Lua que ficara também de pé – Eu gosto de você sabia ? – disse surpreendendo ela – Cuide bem do meu priminho . – piscou antes de caminhar até a porta e sair do quarto .
Lua andou lentamente até a porta por onde antes Priscila havia saído e fez o mesmo, foi de quarto em quarto procurando Arthur até que o achou já tomado banho, vestindo apenas uma calça moletom .
Arthur: tudo bem . – murmurou olhando-a antes mesmo de ela dizer alguma coisa .
Lua: não Thur, - negou mordendo o lábio e andou até ele parando de frente ao mesmo – eu desconfiei de você mesmo você me pedindo pra acreditar, que fiquei com raiva várias vezes e te gritei sem motivo algum, eu fui uma idiota, - suspirou antes de sussurrar, os olhos ainda presos aos dele – me desculpa, eu amo você ! – então ela o abraçou e ele não pensou duas vezes antes de retribuir .
Arthur: não precisa me pedir desculpas . – balançou de leve a cabeça enquanto mantinha os braços firmes na cintura dela – Mas você não pode fazer isso, não pode me pedir pra escolher porque deixa ela ia ser muito difícil . – concluiu e Lua sorriu de canto afastando o rosto para olhá-lo – Porque eu jamais deixaria você, é a minha vida agora . – sussurrou beijando a pontinha do nariz dela .
Lua: eu acredito em você, acredito que me ama e que jamais me trairia, jamais mentiria pra mim . – terminou com um sorriso no canto dos lábios e sentiu ele lhe apertar mais no abraço enterrando o rosto em seu pescoço, parecia ter medo, parecia que um nervosismo havia tomado conta do seu corpo, mas ela não percebeu .
Arthur: prometa que não vai esquecer, - pediu sem solta-la - nunca, eu amo você e isso é a única coisa que importa .
Lua: nunca . – concordou puxando seu rosto para poder beijá-lo .
É então, tudo estava bem . Por enquanto .
Lua: eu acredito em você, acredito que me ama e que jamais me trairia, jamais mentiria pra mim . – terminou com um sorriso no canto dos lábios e sentiu ele lhe apertar mais no abraço enterrando o rosto em seu pescoço, parecia ter medo, parecia que um nervosismo havia tomado conta do seu corpo, mas ela não percebeu .
Arthur: prometa que não vai esquecer, - pediu sem solta-la - nunca, eu amo você e isso é a única coisa que importa .
Lua: nunca . – concordou puxando seu rosto para poder beijá-lo .
É então, tudo estava bem . Por enquanto .
Já no outro dia Lua espreguiçava-se em sua cama, os cabelos loiros cacheados se destacavam na vestimenta branca que havia na cama e ela se via coberta apenas pelo lençol cor de vinho, seu corpo doeu gostosamente fazendo assim com que as lembranças da noite anterior voltassem a sua mente . Arthur e ela haviam se amado incontáveis vezes, um sorriso nasceu em seu rosto .
Arthur: não pense besteiras tão cedo olhos lindos. – repreendeu divertido quando saiu do banheiro, ela corou .
Lua: não estava pensando nada . – negou fazendo bico, o seu rosto continuava afogueado pela vergonha .
Arthur: claro que não, - rolou os olhos e a sombra de um sorriso ainda habitava no seu rosto – você esquece que conheço cada gesto seu ? Cada sorriso, cada olhar ? – perguntou engatinhando na cama por cima dela, ele vestia apenas uma calça social e uma camisa branca de botões, os quais ainda estavam abertos e ainda tinha os pés descalços .
Lua: mesmo ? – perguntou mordendo o lábio, seus grandes olhos castanhos brilhavam .
Arthur: unhun . – murmurou agora beijando o pescoço dela e mordendo-o de leve – Sei quando você esta pensando em mim, quando esta lembrando do jeito que nos amamos, e em como você foi incrível . – ele sussurrava baixinho distribuindo beijinhos molhados pela orelha dela, ouviu assim um suspiro – Sei quando me olha daquele jeito sabe, quando me quer, - continuou e riu abafado com a boca ainda na pele dela – e sei, tanto quanto amo quando me abre um dos seus cinco sorrisos . – concluiu ouvindo ela rir .
Lua: então eu tenho cinco sorrisos ? – perguntou achando graça e ele a olhou.
Arthur: sim, - assentiu sorrindo bobo .
Lua: e posso saber quais são ? – arqueou as sobrancelhas e viu ele pegar um longo cacho de seu cabelo, brincando com ele .
Arthur: não pense besteiras tão cedo olhos lindos. – repreendeu divertido quando saiu do banheiro, ela corou .
Lua: não estava pensando nada . – negou fazendo bico, o seu rosto continuava afogueado pela vergonha .
Arthur: claro que não, - rolou os olhos e a sombra de um sorriso ainda habitava no seu rosto – você esquece que conheço cada gesto seu ? Cada sorriso, cada olhar ? – perguntou engatinhando na cama por cima dela, ele vestia apenas uma calça social e uma camisa branca de botões, os quais ainda estavam abertos e ainda tinha os pés descalços .
Lua: mesmo ? – perguntou mordendo o lábio, seus grandes olhos castanhos brilhavam .
Arthur: unhun . – murmurou agora beijando o pescoço dela e mordendo-o de leve – Sei quando você esta pensando em mim, quando esta lembrando do jeito que nos amamos, e em como você foi incrível . – ele sussurrava baixinho distribuindo beijinhos molhados pela orelha dela, ouviu assim um suspiro – Sei quando me olha daquele jeito sabe, quando me quer, - continuou e riu abafado com a boca ainda na pele dela – e sei, tanto quanto amo quando me abre um dos seus cinco sorrisos . – concluiu ouvindo ela rir .
Lua: então eu tenho cinco sorrisos ? – perguntou achando graça e ele a olhou.
Arthur: sim, - assentiu sorrindo bobo .
Lua: e posso saber quais são ? – arqueou as sobrancelhas e viu ele pegar um longo cacho de seu cabelo, brincando com ele .
Arthur: bom, - começou respirando fundo e numerava nos dedos - tem um quando você realmente esta rindo de alguma coisa, outro por educação, um quando debocha de alguém, outro quando você esta toda arrumadinha, - ela riu com essa e continuou olhando-o – e um quando me olha . – terminou serio, o olhar fascinado ainda em cima dela – Es perfeita minha pequena . – murmurou antes de tomar os lábios dela num beijo ávido .
As línguas se esbarravam vez o outra entre a boca de ambos, brincavam, e o beijo agora se tornava mais quente, cheio de volúpia, desejo .
Arthur: preciso ir embora . – sussurrou quando ela começou a distribuir beijinhos molhados pelo seu pescoço, mas ele não saiu do lugar .
Lua: não, não precisa . – negou em murmúrios e empurrou a camisa dele, jogando-a fora após retirar essa totalmente .
Arthur: Lua . – alertou quando sentiu as pequenas mãos cobiçosas lhe sondarem o botão da calça, mas ela calada ficou e desabotoou esse assim que o achou .
Mas quando Lua deu por si Arthur já estava em cima dela e havia lhe arrancado a camisola de seda que antes essa estava vestida, deixando os seios fartos dela totalmente expostos e esses eram esmagados pelo peitoral de Arthur que agora beijava-lhe a boca sedentamente .
As línguas se esbarravam vez o outra entre a boca de ambos, brincavam, e o beijo agora se tornava mais quente, cheio de volúpia, desejo .
Arthur: preciso ir embora . – sussurrou quando ela começou a distribuir beijinhos molhados pelo seu pescoço, mas ele não saiu do lugar .
Lua: não, não precisa . – negou em murmúrios e empurrou a camisa dele, jogando-a fora após retirar essa totalmente .
Arthur: Lua . – alertou quando sentiu as pequenas mãos cobiçosas lhe sondarem o botão da calça, mas ela calada ficou e desabotoou esse assim que o achou .
Mas quando Lua deu por si Arthur já estava em cima dela e havia lhe arrancado a camisola de seda que antes essa estava vestida, deixando os seios fartos dela totalmente expostos e esses eram esmagados pelo peitoral de Arthur que agora beijava-lhe a boca sedentamente .
Arthur deslizou as mãos sedentas por todo o corpo de Lua ouvindo essa arfar quando ele chegou aos seios, ali ele apertou, massageou arrancando suspiros pesados dela . Logo o resto das roupas que eram totalmente desnecessárias foram removidas e jogadas sabe la Deus aonde . Ele se deliciava com a pele dela,distribuía leves e demorados beijinhos por toda sua barriga enquanto pra ela isso era uma tortura pois o seu corpo queimava, pedia pelo dele, mas esse não parecia ter pressa alguma, então Lua sentiu algo quente e úmido tocar sua pele mais sensível e arfou, sua pele toda se eriçou, seu corpo estremeceu totalmente com tal contado e ela mordeu o lábio instantaneamente reprimindo assim os gemidos que viriam, altos demais pra quem tem vizinhos nos quartos que provavelmente ainda estariam dormindo . Ela entrelaçou os dedos nos cabelos de Arthur puxando esses com força cada vez que sentia a língua dele invadir sua intimidade sem timidez alguma .
Lua: Thur . – ela sussurrou torturada entre um arfar e outro .
Arthur parou de imediato o que fazia e sorriu de canto enquanto engatinhava por cima dela que ofegava de olhos fechados, as sobrancelhas finas e delicadas estavam franzidas e uma pontinha dos lábios ainda entre os dentes .
Arthur: olhos lindos, - chamou aos sussurros com a boca em seu ouvido – gema pra mim . – pediu e ela quase gritou quando sentiu ele lhe invadir num só golpe .
Sem mesmo esperar que ela se acostumasse Arthur começou a se mover dentro dela sentindo as unhas da mesma cravarem-se em seus braços, mas ele não parecia se importar . Os gemidos de Lua eram como música nos ouvidos dele e esses agora soavam por todo quarto enquanto ela sentia espasmos prazer tomando conta do seu corpo .
Lua: Thur . – ela sussurrou torturada entre um arfar e outro .
Arthur parou de imediato o que fazia e sorriu de canto enquanto engatinhava por cima dela que ofegava de olhos fechados, as sobrancelhas finas e delicadas estavam franzidas e uma pontinha dos lábios ainda entre os dentes .
Arthur: olhos lindos, - chamou aos sussurros com a boca em seu ouvido – gema pra mim . – pediu e ela quase gritou quando sentiu ele lhe invadir num só golpe .
Sem mesmo esperar que ela se acostumasse Arthur começou a se mover dentro dela sentindo as unhas da mesma cravarem-se em seus braços, mas ele não parecia se importar . Os gemidos de Lua eram como música nos ouvidos dele e esses agora soavam por todo quarto enquanto ela sentia espasmos prazer tomando conta do seu corpo .
Amo suas web posta mais roberta e diego entre amor e intrigas!
ResponderExcluirNossa Lindoo , gostei muitoooo mesmooo
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