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quarta-feira, 21 de março de 2012

os opostos capitulo 16

Lua: mas isso eu não faço nunquinha . – garantiu e ele apertou ela contra o sofá - Pedro Cassiano Aguiar você quer sair daí . – se remexeu embaixo dele tentando se soltar agora já rindo, mas ela em vão . Pedro: não Lua linda, aqui esta muito confortável obrigado . – concluiu e o sorriso se abriu mais no rosto dele . Lua: Jô socorro ! – sussurrou quando viu a mulher passar pela sala e essa apenas riu balançando a cabeça e voltou para a cozinha . Pedro: vamos, admita ! Lua: tudo bem, eu admito, agora você já pode me soltar . – fez bico irritada . Pedro: sem bico . – disse e ela desfez esse revirando os olhos, ele sorriu saindo de cima dela . Lua: idiota . – murmurou ajeitando os cabelos . Pedro: quanto amor . – debochou achando graça do jeito dela . Lua: to com fome . – disse chorosa ainda deitada no sofá . Pedro: vamos na cozinha, faço alguma coisa, você quer ? – perguntou atencioso olhando-a . Lua: o que ? Você cozinha ? – arqueou as sobrancelhas . Pedro: depende do que você quer comer . – respondeu com um sorriso torto encantador no rosto – Venha, vamos lá . – chamou levantando e deu as mãos para que ela levantasse vendo essa o fazer . Os dois foram no cozinha e Joana já havia indo se deitar, isso queria dizer que não era mais tão cedo quanto eles pensavam que era . Pedro: o que você quer comer ? – perguntou mexendo em uma das geladeiras . Lua: uma lasanha de frango . – respondeu de olhos fechadas sentindo a boca encher d’água . Pedro: da pra querer alguma coisa mais rápido ? – franziu as sobrancelhas olhando-a e ela riu . Lua: pode ser um estrogonofe de frango . – sorriu amarelamente e ele revirou os olhos .Pedro: você tem algum problema com frangos ? – perguntou achando graça e começou a tirar o frango da geladeira que Joana havia colocado pra descongelar mais cedo a pedido de Lua . Lua: não, muito pelo contrário, eu gosto muito deles . – afirmou sentada em uma das cadeiras que tinha na mesa e com o rosto apoiado nas mãos, ele negou com a cabeça e foi pro fogão . Ele fez tudo sozinho pra ser bem resumida, o estrogonofe e o arroz, logo arrumando batata palha dentro de um armário e um suco de abacaxi dentro da geladeira que Joana fez antes de ir deitar . Os dois jantaram em meio a conversas e gargalhadas, então Lua disse que faria um sobremesa . Pedro: quer me empanturrar ? – perguntou rindo dela – Pra onde vai tanta comida eim ? – olhou ela dos pés a cabeça . Lua: ora, cale a boca . – riu balançando a cabeça . Ela fez um mousse de chocolate, e segundo a mesma era sua sobremesa preferida . Rindo dela que se melava de vez enquanto Pedro foi ajudar essa a terminar de preparar o mousse, eles comeram e alguém passou por lá observado os dois . Arthur: agora, só falta dormirem jutos . – ralhou irritado subindo as escadas . Depois de muita algazarra na cozinha Lua e Pedro subiram as escadas de braços dados ainda conversando, mas pareciam duas crianças lambuzadas de chocolate . Então ele foi lhe deixar na porta da suíte a qual ela notou que Arthurr não estava la . Pedro: esta entregue . – disse sorrindo e acariciou o rosto dela. Lua: ah muito tempo eu não me divertia tanto sabia ? – confessou sentindo o carinho . Pedro: disse que ia ser bom ?! E era pra ser só uma caminhada não é ? – lembrou e ela assentiu . Lua: boa noite Pedro . – desejou e sentiu ele lhe beijar o rosto . Pedro: boa noite Lu, sonha com os anjos . – piscou e saiu, ela suspirou com um sorriso bobo nos lábios antes de entrar no quarto . Lua se via exausta, e só pensava em tomar um bom banho e ir pra cama, então foi isso mesmo que fez . Quando terminou de tomar banho pôs uma baby-doll branco fofinho e confortável, finalmente deitando-se na cama enquanto se agarrava ao travesseiro do lado . E algo que ela não esperava aconteceu, um aroma muito familiar invadiu suas narinas quase queimando-as de tão forte, era gostoso, másculo, e ela conheceria aquele perfume a quilômetros de distancia, então ela lembrou que não havia trocado os lençóis . Lua: ah Arthur . – murmurou se agarrando mais ao travesseiro e fechando os olhos . Passara tanto tempo com Pedro que havia se esquecido um pouco de Arthur mas quando a cabeça dela parou de trabalhar, foi ele o primeiro pensamento que veio junto com o perfume . E foi assim que ela dormiu, sentindo o cheiro dele e com ele sonhando . Pedro: bom dia . – desejou quando passou por Lua na sala e se jogou em uma poltrona ao lado do sofá que ela estava deitada assistindo desenho . Lua: bom dia Pedro . – retribuiu olhando pra ele e sorrindo . É, e assim os dois passaram mais um dia, juntos, sem se separar em nenhum momento, a conversa fluía como se eles já se conhecessem a anos . - Os dias agora passavam mais rápido segundo os últimos pensamentos de Lua, pois já fazia quase um mês que Pedro estava lá e os dois não se desgrudavam então nem parecia tanto pra ela, muito menos pra ele . Isso gerou brigas entre Arthur e Lua coisa que não agradava nada a Pedro, ele odiava ver Arthur gritar com ela, mas essa pediu que ele não se metesse . E la vamos nós de novo . Arthur: como é que é eim ? – perguntou incrédulo . Lua: eu não vou estar sozinha, por Deus, não seja difícil . – pediu se irritando . Arthur: foi ele que deu essa idéia ? Não sabe que esta correndo perigo por acaso ? – e ele já gritava com ela, mais estressado do que o suficiente . Pedro: bom dia . – desejou quando passou por Lua na sala e se jogou em uma poltrona ao lado do sofá que ela estava deitada assistindo desenho . Lua: bom dia Pedro . – retribuiu olhando pra ele e sorrindo . É, e assim os dois passaram mais um dia, juntos, sem se separar em nenhum momento, a conversa fluía como se eles já se conhecessem a anos . - Os dias agora passavam mais rápido segundo os últimos pensamentos de Lua, pois já fazia quase um mês que Pedro estava lá e os dois não se desgrudavam então nem parecia tanto pra ela, muito menos pra ele . Isso gerou brigas entre Arthur e Lua coisa que não agradava nada a Pedro, ele odiava ver Arthur gritar com ela, mas essa pediu que ele não se metesse . E la vamos nós de novo . Arthur: como é que é eim ? – perguntou incrédulo . Lua: eu não vou estar sozinha, por Deus, não seja difícil . – pediu se irritando . Arthur: foi ele que deu essa idéia ? Não sabe que esta correndo perigo por acaso ? – e ele já gritava com ela, mais estressado do que o suficiente . Lua: ele sabe Arthur, mas nós só queremos ir na sorveteria e não fugir juntos, - negou com cabeça já também gritando - não faça uma tempestade num copo d’água . Arhur: você lembra o que aconteceu da ultima vez ? – perguntou andando de um lado pro outro dentro do quarto, Pedro podia escutar a gritaria do lado de fora . Lua: sim Arthur, mas eu estava sozinha, e hoje ele vai comigo ! – ralhou olhando-o . Arthur: e o que um médico vai fazer se aparecer alguém hã ? – perguntou parando perto dela de frente a mesma . Lua: eu não sei . – murmurou de repente parando pra pensar e ele lhe olhou ali tão desolada, assim se acalmando . Arthur: eu estou pedindo, - disse de repente calmo, respirando fundo, não queria mais gritar com ela – não saia com ele . – deu ênfase no “ele” mesmo sem querer e os olhos dele tinham uma dor que era dada o nome de ciúmes . Lua: qual o problema com ele eim Aguiar? – perguntou examinando o rosto dele e o mesmo arfou surpreso, deixara na cara demais o ciúme . Arthur: é que . . – mordeu o lábio sem saber o que dizer – Olha, quer a verdade ? – perguntou e ela assentiu sem tirar os olhos dos dele – O problema é que ele se aproxima demais, te toca demais, - começou chegando mais perto dela e colocando a mão em sua cintura – você o escuta demais, ele quer você demais, e isso só eu posso fazer . – concluiu abraçando-a firmemente quando a puxou pra si e ela estava estática . Ele lhe tomou a boca num beijo lento, onde esse demonstrava tudo o que ele estava sentindo por ela naquele momento . As línguas dançavam numa sintonia perfeita, as mãos dele puxavam-na cada vez mais pra si e as dela já estavam em sua nuca aprofundando mais o beijo . É, pela primeira vez era um beijo sem receio e sem resistência pra que não acontecesse, era um beijo apenas apaixonado . O beijo durou minutos a fio, nenhum dos dois queria que acabasse, era perfeito demais pra isso, principalmente se fosse como toda vida, acabasse em briga . Mas como dois seres humanos normais, o ar lhes faltou e eles tiveram que se separar fazendo isso com selinhos demorados . . Arthur: não .- murmurou ainda com a testa colada na dela quando sentiu a mesma tentando se soltar – Vamos fazer diferente dessa vez . – pediu abrindo os olhos e encontrou os dela . . Lua: não pode ser diferente com agente . – suspirou convencida disso . . Arthur: claro que pode, - discordou – é só você dar uma chance pra nós dois . – Concluiu . . Lua: isso não vai dar certo Arthur . – negou com a cabeça mas os braços ainda envolviam o pescoço dele . . Arthur: porque não ? – perguntou com um pouco de exasperação na voz e apertou mais ela no abraço – Podemos fazer dar certo, - suspirou – vamos esquecer o passado, eu era um idiota . Dessa vez vai ser diferente, - roçou o nariz no dela lentamente e continuou – me da uma chance . – pediu certo do que dizia e ela via a sinceridade nos olhos dele . . Lua: se me magoar Arthur . .- começou e ele a interrompeu . . Arthur: eu não vou, - garantiu olhando-a e um sorriso de canto nasceu em seus lábios – nunca mais ! – ela sorriu e acariciou o rosto dele . Arthur a beijou com gana e ela arfou com as mãos na nuca dele puxando-o mais pra si, aprofundando mais o beijo . Lua desceu as mãos pra cintura de Arthurr e invadiu a camisa dele, começando a lhe acariciar a barriga com as unhas sentindo todos os pelos do corpo dele se eriçarem.

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