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sexta-feira, 23 de março de 2012

os opostos capitulo 17

Ele se abaixou um pouco e suspendeu ela sentindo essa se segurar nos seus ombros, e quando Lua se deu conta já estava na cama com Arthur por cima de si pressionando o corpo contra o seu . Parando de lhe beijar a boca ele começou a descer os beijos lentamente pelo pescoço dela distribuindo por ali alguns chupões e deixando marcas que logo mais ficariam roxas . Ainda mordendo e beijando o pescoço dela ele subiu a blusa dela lentamente e viu essa lhe ajudar levantando os braços permitindo que ele retirasse totalmente a peça que voou fora . As peças de roupas foram se espalhando pelo chão do quarto até que os dois estavam apenas de roupas intimas, e Arthur foi ao que lhe chamava, suplicava por ele, arrancando o sutiã de Lua num só puxão ele tomou um dos seios dela na boca se banqueteando ali . Ela arfava e gemia baixo com as mãos na nuca dele trazendo-o mais pra si, e parecia que era insaciável o desejo que ele tinha pelo corpo de dela, enquanto continuava a beijar e morder os seios dela Arthur subiu as mãos até sua calcinha começando a baixar essa devagar, permitindo que ela lhe parasse se assim desejasse, mas para sua surpresa e satisfação ela não impediu e a peça foi parar no chão junto das outras roupas . Ele voltou a lhe beijar a boca sofregamente, a respiração alterada, e ainda vestido começou a simular o ato sexual sobre ela, ouvindo-a gemer em seu ouvido, isso estava deixando-o louco e com ela não era muito diferente . Até que ele percebeu as pequenas mãozinhas cobiçosas tateando a sua boxer preta, e sorriu quando ela lhe tirou essa meio envergonhada e receosa . Lua abriu os olhos e encontrou os dele finalmente se conta do que aconteceria ali . Arthur sorriu pra ela confiante e viu o medo nos olhos da mesma, então ele entendera tudo ali, era virgem, ainda era sua menina e logo seria sua mulher ! Se acomodando entre as pernas dela ele não parou de encará-la e a respiração de Lua estava alterada, sua voz parecia ter sumido então para tentar atenuar o nervosismo dela Arthur tomou sua boca num beijo apaixonado, cheio de carinho, passando confiança e parecia ter funcionado, Lua relaxou dispersa devido ao beijo e sentiu ele começar a lhe invadir lenta e cuidadosamente . No começo ela sentiu uma rápida dor, mas que foi lancinante, apertando assim o braço dele que foi com mais cuidado . Estando finalmente unido a ela por completo, ele começou a se mover ouvindo um arfar de satisfação surgir da garganta dela enquanto a mesma o puxava mais pra si querendo mais . Os movimentos foram ficando mais rápidos e frenéticos, Lua soltava alguns gemidos vez o outra no ouvido de Arthur, às vezes sussurrava ou gemia o nome dele isso estava o deliciando de todas as maneiras possíveis . Com duas ultimas estocadas os dois soltaram um ultimo gemido, uníssono, foi perfeito, sincronizado, se completavam . Eles ofegavam ainda abraçados, unidos, mas logo ele caiu ao lado dela, cansado, soado, e puxou a mesma para recostar em seu peito sentindo ela lhe abraçar . Logo pegaram no sono . Arthur: boa noite mocinha . – desejou rouco quando viu ela ainda recostada no seu peito abrir os olhos . Lua sentiu seu coração martelar freneticamente enquanto todas lembranças do acontecido mais cedo começaram a vir, cada mínimo detalhe, cada gemido, eram memórias totalmente nítidas na mente dela e não tinha como pensar que havia sido um sonho, pois ela sentia e até podia enxergar se quisesse as marcas, as provas de que tudo não fora nada mais do que a pura e doce realidade . Lua: ai meu Deus . – murmurou de repente e levantou enrolada no lençol correndo pro banheiro, se trancando la dentro . Arthur: olhos lindos ? – chamou ele levantando e vestindo a boxer pra ir em direção a porta do banheiro – Lua . – chamou novamente com o rosto perto da porta . Lua: sai daqui Thur . – pediu se olhando no espelho e respirando fundo, estava parecendo uma menininha idiota, pensou . Arthur: vamos, não seja boba, saia desse banheiro . – sorriu de canto do jeito dela . Lua: o que ele não deve ta pensando de mim . – murmurou baixo para si mesma . Arthur: estou pensando que você devia voltar pra cama . – respondeu e ela arfou surpresa, pensou ter falado baixo o suficiente – Por favor ? – pediu, a voz carinhosa . Lua mordeu o lábio mas não resistiu e se virou pra porta abrindo-a, uma hora o outra ela teria que sair dali não é mesmo ?! E não podia passar impressão mas boba do que essa de adolescente virgem que ficou com vergonha depois da primeira vez . Arthur: venha cá . – chamou abrindo os braços pra ela quando essa saiu do banheiro ainda enrolada na toalha, ele a viu sorrir e lhe abraçar – Não precisa ficar com vergonha minha menina, você é linda, - elogiou e sentiu ela lhe apertar com vergonha, ele sorriu – a menina mais mulher que eu já conheci em toda vida . – terminou e suspendeu ela carregando-a até a cama novamente e deitando junto com ela lá . Lua o abraçou respirando fundo enquanto acariciava de leve o peitoral dele com as unhas, ela tinha os olhos fechados e não conseguia falar, a voz simplesmente desaparecera, era tanta felicidade que não cabia dentro dela . Arthur: olhos lindos, olha pra mim . – pediu levantando com o dedo indicador o rosto dela que lhe mirou os olhos – Você sabe, - começou mordendo os lábios incerto, se sentia um bobo – eu quero muito que tenha sido perfeito pra você . – concluiu sondando o rosto dela e a viu ficar vermelhinha antes dessa enterrar o rosto na curva do pescoço dele, então ele percebera que era a primeira vez dela – Quero que seja algo que você vá lembrar pra vida toda, - murmurou com a boca encostada na testa dela – não que algum dia eu vá deixar você esquecer daqui pra lá . – ele riu e ela se apertou mais ao abraço – Mas, eu quero que esse esteja na lista dos seus melhores dias . – terminou suspirando . Lua: esta no topo da lista, - começou meio abafado tirando o rosto do pescoço dele para olhá-lo – em primeiro lugar . – um sorriso bobo nasceu nos lábios de Arthur – E, - ela hesitou suspirando em seguida – foi simplesmente incrível Thur . – confessou sentindo seu rosto corar violentamente . Uma felicidade imensa se apossou completamente do corpo de Arthur, e ele não sabia o porque de deixar aquela mulher ali a sua frente feliz lhe fazia tanto bem, mas satisfazê-la parecia agora ser a coisa mais incrível que ele já provara na vida . Arthur: você é incrível . – disse e o sorriso estampado no rosto demonstrava um terço da felicidade que ele sentia por ter ouvido aquilo . E pela primeira vez ela tomou a iniciativa passando a mão pela nuca dele e puxando o mesmo para poder beijá-lo . As línguas se entrelaçaram brincando dentro da boca de ambos, e essas pareciam ter sido feitas uma pra outra pois se encaixavam perfeitamente, tanto quanto o corpo dos dois, pareciam um quebra-cabeça . Arthur: será que agora você acredita que eu realmente senti a sua falta ? – perguntou sorrindo após finalizar o beijo e ela lhe olhou corando – Eu pensei em você, todos esses anos, meses, dias, horas, - confessou – por mais que eu não quisesse, você não saia da minha cabeça, eu simplesmente não consegui te esquecer um só momento em que estivemos longe . Lua: nem eu . – desviou os olhos mordendo o lábio e ele sorriu – Mas, não queria te ver, - o sorriso dele morreu – preferia que você continuasse longe, eu estava magoada, - suspirou com o olhar perdido – sei o que aconteceu foi talvez uma coisa boba de adolescentes, mas eu realmente fiquei mal e dei graças quando vim pra cá, deixando tudo o que eu passei pra trás . – terminou o olhar entristecendo . Arthur: e mais uma vez eu vou te pedir perdão por ter falado aquilo, - puxou o rosto dela pra que a mesma lhe olhasse – eu fui um idiota . – admitiu – Então fui atrás de você no aeroporto, – a surpresa nos olhos dela foi aparente – o mais depressa que eu pude . Só que quando cheguei lá, você já tinha ido, sem deixar endereço certo e eu simplesmente enlouqueci, pus na cabeça que ia te achar, mesmo sem saber o que fazer, eu ia te achar . – sorriu de canto quando viu um sorriso nascer nos lábios dela . Lua: é, você foi um idiota, - concordou e ele fez uma careta vendo ela rir – mas eu nunca te esqueci . – lembrou . Arthur: é porque eu sou apaixonante . – sorriu convencido . Lua: você se acha a ultima bolacha do pacote não é Aguiar ? – perguntou se soltando dele . Arthur: sim e você também acha . – garantiu rindo e puxou ela agarrando-a a força fazendo essa rir também . Lua: a claro . – ironizou revirando os olhos sendo agarrada por ele . Arthur: vai dizer que estou mentindo Lua María Blanco? – perguntou e beijou o cantinho da orelha dela, mordendo ali de leve e viu ela se arrepiar calada – Não ouvi sua resposta Olhos lindos . – disse rouco no ouvido dela e sentiu essa se contrair em seu abraço fechando os olhos . Ele espalhou beijos molhados pelo pescoço dela, mordendo de vez enquando – Vamos, confesse . – sussurrou mordendo o lóbulo de sua orelha . Lua: unhun . – assentiu alheia, sentindo a pele se arrepiar novamente . Arthur: unhun o que ? – perguntou baixinho . Lua: você é . – continuou e mordeu o lábio quando sentiu a mão dele lhe tateando a parte interna da coxa perto de sua intimidade . Arthur: diga o que você quer . – mandou, a voz rouca ainda ao pé do ouvido dela e a mão já chegando a sua parte mais sensível, ela arfou – Diga . Lua: você ! – respondeu derrotada, e a batalha estava ganha pra ele que sorriu antes de beijá-la sedentamente . Arthur puxou Lua pra cima de si ainda beijando-a e ela arfou com o contado dos seios com o peito nu e quente dele . Ele sentou na cama fazendo essa ficar no seu colo encaixando o corpo no dela e ela apertou os braços dele devido ao toque intimo já que ela continuava totalmente despida . As mãos de Arthur subiram aos seios dela e ele a ouviu gemer baixinho dentre o beijo, sorrindo com isso . Descendo os beijos pro pescoço de Lua ele começou também a massagear fortemente os seios da mesma enquanto os gemidos dela se tornavam música pros seios ouvidos . E assim mais uma vez os dois se amaram . Era incrível como se desejavam, os corpos de ambos pareciam queimar quando estavam próximos demais, necessitavam estar juntos, unidos, como só assim eles conseguiam ficar . No outro dia . Era domingo, um dia de sol simplesmente lindo, perfeito pra sentar no jardim debaixo da árvore e ler algum livro, e alguém realmente estava fazendo isso enquanto outra pessoa lhe importunava . Lua: vamos, me perdoe ! – pediu pela milésima vez olhando Pedro que lia um livro sentado na grama . Pedro: já disse que esta tudo bem . – disse indiferente sem olhá-la . Lua: será que você pode olhar pra mim ? – perguntou irritadiça e puxou o livro que ele tinha na mão vendo Pedro lhe olhar . Pedro: mas o que ? – perguntou bufando – Eu já disse que não tem problema . – tentou, acalmando a voz . Lua: não Pedro, eu sei que você ficou chateado porque além de tudo eu nem sai pra te dizer se ia ou não e você ficou me esperando e . . – ela parou respirando fundo, e ele viu a agonia nos olhos da mesma . Pedro: tudo bem Lu, sério . – garantiu sorrindo de canto e acariciou o rosto dela – Deixa isso pra lá . Lua: quando acordei hoje, fiquei desesperada imaginando como você não devia ter ficado . – disse suspirando e sentou de frente a ele . Pedro: eu esperei, mas quando ficou de noite eu simplesmente desisti, - deu de ombros – imaginei que o Arthur deve ter feito a maior guerra pelos gritos de vocês – ele revirou os olhos - e você deve ter se trancado no quarto sem vir falar comigo . – assentiu compreensivo . Lua: é, mas ou menos por ai . – sorriu mordendo o lábio e passou a mão dentre os cabelos – Bom, mas você já tomou café ? – perguntou levantando e ele assentiu – Ah, então eu vou lá dentro tomar o meu, porque quando acordei vim direto te procurar e acabei não comendo nadinha . – confessou com um sorriso amarelo no rosto . Pedro: Lua Blanco você passe pra dentro e vá tomar café, depois vou te ver sim ?! – ela assentiu ainda sorrindo e saiu saltitando que nem uma menina, Pedro sorriu bobo lhe olhando . Chegando na sala de jantar Lua viu que Joana já arrumava a mesa pra que ela pudesse tomar café pois viu quando a mesma desceu as escadas assim que acordou e tomou um bom banho . Lua: obrigada amor . – agradeceu soltando um beijo pra senhora que antes de ir pra cozinha sorriu pra ela . Quando começou a tomar café sentiu uma presença atrás de si sem se virar pois podia ser Joana com mais coisas, mas quando os beijos começaram estralados em seu pescoço e ela sentiu aquele cheiro, tinha certeza absoluta que não era Joana . Arthur: bom dia amor . – desejou próximo ao ouvido dela e essa se arrepiou sentindo o coração dar um solavanco pelo jeito que ele a chamou, ela sorriu boba .

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