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segunda-feira, 26 de março de 2012

os opostos capitulo 20

Lua: sim . Mas, - pensou sendo puxada pro colo dele, sentando assim com uma perna de cada lado – você nunca me disse no que trabalhava Thur . – lembrou de repente – Aliais, eu pensei que você fosse um ladrãozinho de meia tigela quando roubou os nossos arquivos . – confessou fazendo uma careta, mas Arthur não respondeu, não tinha expressão alguma no rosto, apenas a olhava, parecia pensar, bolar alguma coisa, mesmo que ela não soubesse o que – Thur ? – chamou balançando a mão na frente do rosto dele, é, alguém precisava de uma desculpa . Mas atrapalhando a conversa duas batidinhas na porta soaram de repente e Arthur suspirou aliviado, tirando Lua delicadamente do seu colo ele levantou abrindo a porta e encontrou o olhar aflito de Joana . Arthur: aconteceu alguma coisa Jô ? – perguntou preocupado examinando o rosto da senhora . Joana: estão mortos, muitos deles . – tentou nervosa, suas mãos tremiam – Entraram aqui menino, não tem segurança . – falou baixo e seus olhos estavam úmidos agora . Arthur: calma . – pediu olhando – fique com a Lua, não as deixarei sozinhas nem um minuto eu prometo . – garantiu antes de sair apressadamente . Logo Lucas chegou a o quarto . Pedro: Arthur me falou que estávamos em perigo . – começou mexendo em uma gaveta e tirando de la um arma pequena, bastante maleável – O que aconteceu ? – perguntou olhando Joana quando guardou a arma na cintura após garantir que ela estava carregada . Joana: eu ouvi tiros e de repente vi dois seguranças no chão, - começou o nervosismo ainda aparente em sua voz – corri pra avisar o menino e ele desceu, é perigoso, precisa ir com ele . – pediu segurando a gola da camisa de Pedro Pedro: não posso deixá-las sozinhas, eu prometi a ele que não sairia daqui por hipótese alguma . Lua: pois bem, - se pronunciou quem estava calada até então, e um engatilhar de uma arma soou no quarto – se você não for, eu vou . – garantiu certa do que dizia . Lua: pois bem, - se pronunciou quem estava calada até então, e um engatilhar de uma arma soou no quarto – se você não for, eu vou . – garantiu certa do que dizia . Pedro: ah, você não vai a canto nenhum Lua Blanco . – disse olhando-a – Esta maluca ? – perguntou incrédulo . Lua: não, - balançou a cabeça caminhando até a porta – eu só não posso deixar ele la sozinho, não vou suportar ficar aqui parada sabendo que posso fazer alguma coisa . – terminou obvia quando ia sair e Pedro lhe impediu . Pedro: Arthur vai ficar furioso se você for, e vai me matar também . – informou segurando o braço dela . Lua: então vá você ! – mandou olhando-o – Eu posso cuidar de nós duas, - garantiu e ele abriu a boca pra protestar – agora ! – ela quase gritou e Pedro percebeu que Arthur em perigo pra Lua era pior do que correr risco de vida, não existia nada mais doloroso . E assim ele foi, mesmo sabendo que Arthur lhe mataria, tinha certeza que seria muito pior se tivesse deixado que ela fosse, então, teria que esperar . Lua e Joana esperaram praticamente durante uma hora, as duas andavam de um lado pro outro preocupadas até que ouviram passos na escadas e os dois pares de olhos se fixaram na porta esperando, Lua tinha a arma pronta nas mãos . Arthur: precisamos sair daqui . – informou quando parou na porta com Pedro ao seu lado, os dois tinha pequenas manchas de sangue nas roupas, Arthur no braço e Pedro na perna . Lua: graças a Deus . – murmurou aliviada e abaixou a mão soltando a arma na cama antes de correr e abraçar Arthur que retribuiu com um único braço . Arthur: vai ficar tudo bem olhos lindos, eu prometo . – falou baixinho no ouvido dela e beijou levemente ali . Pedro: vamos, não é seguro ficarmos parados aqui . – disse ele sumindo no corredor . Logo todos arrumavam algumas coisas rapidamente pra poder levar, apenas o essencial, e cada um lógico que menos Joana tinha uma arma presa a cintura . Quando se prepararam pra descer as escadas escutaram passos lá embaixo, fazendo com que as três armas ficassem a postos pra o que viesse . Então com cuidado, os quatro desceram, lentamente, Joana vinha atrás dos três que estavam armados, mas Arthur fazia questão de ficar a frente de todos . Quando estavam no ultimo degrau um tiro disparou e eles se abaixaram . Arthur: Pedro, tira a Jô daqui . – mandou segurando Lua contra seu peito . Pedro: vai ficar bem ? – perguntou olhando Lua que assentiu com um sorriso de canto . Lua: eu sou agente lembra . – arqueou as sobrancelhas – Agora vá, cuidado . – ele assentiu e saiu com Joana atrás de si, disparou uma vez pro lado direito e finalmente saiu porta a fora indo em direção ao seu carro . Arthur: vai ficar quietinha . – disse ele olhando-a . Lua: não, não vou . – garantiu falando baixinho no mesmo tom que ele e sorriu debochada . Arthur: Lu, por favor, - ele a puxou mais pra perto colando seu corpo no dela – você não entende, eu não posso perder você . – sussurrou próximo a boca dela e essa sentiu seu coração dar um solavanco de felicidade . Lua: não vai perder Thur, eu prometo . – ela acariciou ternamente o rosto dele lhe selando os lábios e sorriu de canto . Então os dois saíram, um de costas pro outro mais sem se separar, disparando vez o outra deixaram quatro corpos no chão, então eles correram porta a fora, mas perceberam um homem no jardim que estava pronto pra atacar Pedro e Joana que arrumavam as coisas dentro do carro . Lua olhou pra Arthur que retribuiu o olhar e num piscar de olhos os dois atiraram de um só vez fazendo os dois tiros acertarem o peito do homem que caiu pra dentro do arbusto o qual estava escondido . Joana lhes olhou assustada e os dois correram até o carro . Lua: não vou deixar a minha moto aqui . – garantiu olhando Arthur . Arthur: Lua por Deus, a moto é mais importante agora ? – perguntou olhando-a incrédulo . Lua: eu vou nela . – avisou jogando sua mochila nas costas e indo em direção a moto . Arthur: vou com você . – ele rolou os olhos seguindo ela – Me deixe pilotar . – pediu tentando pegar a chave que Lua rodava no dedo . Lua: não . – respondeu simples fechando a mão em punho com a chave dentro dela . Arthur: não seja birrenta . – bufando, ele subiu atrás dela na moto e os dois colocaram os capacetes antes de saírem, vendo Pedro os seguir com Joana no carro . A viagem foi longa e muito cautelosa também, precisavam se certificar de que ninguém os estava seguindo para o lugar onde iriam agora, um pouco longe dali . Não podiam parar pra nada, era arriscado demais, então passaram cerca de uma hora e quarenta minutos na estrada . Chegando ao seu destino às duas da manhã já que quando começou o ataque na casa era tarde da noite . Lua: é lindo . – disse bestificada como da primeira vez – Você tem um cofrinho secreto ou o que ? – ela se virou pra Arthur que vinha atrás dela e esse riu . Arthur: vamos, pra dentro . – envolveu a cintura dela com um braço e com o outro trazia uma mala . E Lua mais uma vez tinha todos os motivos do mundo para ficar apalermada com o que agora não era uma mansão, mas algo como uma fazenda, era simplesmente incrível . A casa da fazenda era grande como a mansão, mas totalmente diferente dessa, pois tudo parecia meio rústico, mesmo que refinado, e não muito longe se via um estábulo um pouco diferente do outro, mas muito parecido . Lua sorriu, então realmente Arthur gostava muito de cavalos . Ela observou tudo ao seu redor, era tudo muito lindo . Perto do estábulo havia algo como um lago pequeno como se para os cavalos, alguns poucos banquinhos ali, e havia uma árvore a qual fazia sombra sobre a água do lago . Lua: de novo Arthur . – murmurou torturada quando viu a grande mancha de sangue no braço da camisa de Arthur . Arthur: pra variar, estava tentando proteger você . – disse dando de ombros e sentiu uma pequena fisgada no braço por fazer isso, mas nada disse . Lua: vamos, não faça com que eu me sinta mais culpada . – ela fez bico enquanto puxava ele até a cama do quarto onde estavam, que segundo Arthur era o que ele sempre dormia . Arthur: você não tem culpa olhos lindos . – negou com a cabeça olhando ela entrar no banheiro e sair com algumas coisas na mão . Lua: pare de me proteger . – mandou e ele a olhou achando graça – Tire a camisa ! Arthur: nossa, o que aconteceu com as preliminares ? – perguntou fazendo graça e ela o fuzilou com os olhos . Lua: sem gracinhas Arthur . – rolou os olhos vendo ele tirar a camisa entre risos – Ah, dessa vez eu consigo mexer . – afirmou ela olhando a bala que tinha uma pontinha pra fora . Dulce retirou a bala com uma grande pinça que conseguiu com Joana, sabe la Deus aonde essa foi buscar . Mas assim, com o ferimento já limpo, Arthur tinha um curativo perfeito no braço, e isso o fez sorrir . Arthur: eu gosto quando você cuida de mim sabia ?! – perguntou ele sorrindo cafajeste e puxou ela pro seu colo . Lua: é justo, já que você esta sempre cuidando de mim . – respondeu mordendo o lábio . Arthur: você é linda . – murmurou já próximo a boca dela antes de lhe beijar ternamente . E de carinhoso, terno, o beijo passou a conter volúpia, desejo . Lua puxava Arthur mais pra ela enquanto esse tratava de ajeitar a loira no seu colo, pondo uma perna dela em cada lado do seu quadril e assim os dois caíram deitados na cama, ele de costas com ela por cima . Os beijos não pareciam saciar a vontade que os dois tinham um do outro, então começaram a se desfazer de todas as roupas ali presente o mais rápido possível . Arthur beijava carinhosamente o pescoço de Lua quando os dois já estavam totalmente despidos, não havia uma peça se quer de roupa, e enquanto descia lentamente os beijos pros seios dela ele se posicionou entre suas pernas sentindo ela puxar o ar profundamente, fazendo assim ele subir o rosto encontrando os olhos dela, mesmo depois de tudo, ainda parecia uma menina inocente, e como era linda ele pensou . Mas pra surpresa de Lua que não esperava num movimento brusco ele a invadiu, de uma só vez, arrancando assim um gemido alto e satisfeito da garganta dela . E os movimentos de Arthur dentro dela agora eram frenéticos, ele ouvia vez o outra um gemido dela enquanto essa lhe puxava cada vez mais pra si . Quando ele sentiu que estava próximo a sua liberação foi parando lentamente os movimentos, por mais difícil que fosse e assim ficou dentro dela, sem se mover . As sobrancelhas de Lua se franziram até que ela escutou a voz dele . Arthur: olhos lindos, - chamou ele, a voz rouca, falhando – olha pra mim . – pediu ofegando e ela com muita dificuldade entreabriu os olhos – Eu to amando você . – murmurou encarando-a e Lua não soube explicar o que sentiu nesse momento, mas não deu nem tempo de pensar nisso . Logo Arthur voltou a se movimentar bruscamente dentro dela, sentia suas costas sendo lentamente arranhadas mas não parecia sentir dor, e ouvindo um ultimo gemido dela chegou ao ápice junto da mesma . Ele caiu pro lado soando e ainda ofegando assim como Lua, os dois ficaram calados um tempo, Arthur puxou ela para que a mesma deita-se em seu peito e abraçados os dois ficaram . Então quando os olhos dele já pesavam a voz de Lua soou no quarto . Lua: eu também . – ela disse simples, de olhos fechados, tinha um sorriso no rosto e a cabeça recostada no peito dele, ele entendeu e sorriu abertamente . E nada mais precisava ser dito.

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