Lua: ah claro . – revirou os olhos sorrindo quando abriu a porta – Pois não ? – olhou confusa, não conhecia aquele homem .
Homenzinho que eu não quis inventar um nome: senhorita Blanco ? – perguntou olhando uns papéis que tinha nas mãos .
Lua: a própria, o que deseja ?
Homenzinho que eu não quis inventar um nome: senhorita Blanco ? – perguntou olhando uns papéis que tinha nas mãos .
Lua: a própria, o que deseja ?
Homenzinho que eu ainda não quero inventar um nome: isso é pra senhora . – disse quando vários homens começaram a entrar com carrinhos cheios de rosas vermelhas, o coração dela deu um salto, eram suas preferidas .
Sophia: quem morreu ? – perguntou assustada entrando na sala que agora se mantinha abarrotada de cestas com flores dentro .
Lua: hã, eu . . – começou confusa – Obrigado . – agradeceu tirando do shortinho jeans que agora ela usava uma nota e entregando ao homem que acenou com a cabeça antes de sair .
Mel: são lindas . – disse com um sorriso de canto no rosto acariciando as rosas – Amor, você nunca me mandou flores . – disse lembrando voltando-se para o noivo e ele fez uma cara de “Ih lá vem ela” .
Sophia: quem mandou Lu? Foi o Andrezinho ? – perguntou fazendo graça mas Lua parecia não achar graça nenhuma .
Estava seria e estática olhando o cartão que viera em uma das cestas, lera tudo três vezes mais não estava conseguindo acreditar, como ele tivera a ousadia de mandar flores pra ela ? Sabia que eram suas preferidas e assim ela não jogaria fora .
Sophia: quem morreu ? – perguntou assustada entrando na sala que agora se mantinha abarrotada de cestas com flores dentro .
Lua: hã, eu . . – começou confusa – Obrigado . – agradeceu tirando do shortinho jeans que agora ela usava uma nota e entregando ao homem que acenou com a cabeça antes de sair .
Mel: são lindas . – disse com um sorriso de canto no rosto acariciando as rosas – Amor, você nunca me mandou flores . – disse lembrando voltando-se para o noivo e ele fez uma cara de “Ih lá vem ela” .
Sophia: quem mandou Lu? Foi o Andrezinho ? – perguntou fazendo graça mas Lua parecia não achar graça nenhuma .
Estava seria e estática olhando o cartão que viera em uma das cestas, lera tudo três vezes mais não estava conseguindo acreditar, como ele tivera a ousadia de mandar flores pra ela ? Sabia que eram suas preferidas e assim ela não jogaria fora .
Chay: foi ele não foi ? – perguntou abraçando Mel por trás e Lua o olhou, as outras estavam confusas, não sabiam sobre Arthur .
Mel: o que ? – perguntou confusa – Sou só eu, ou você também não ta entendendo nada ? – olhou Sophia que abriu a boca pra responder mas antes que começasse foi interrompida por Lua .
Lua: Arthur . – disse por fim e a compreensão misturou-se com a confusão no rosto das amigas .
Sophia: mas, aqui em Nova Iorque ? – perguntou virando-se pra ela .
Lua: sim . – confirmou suspirando .
Mel: o que ? – perguntou confusa – Sou só eu, ou você também não ta entendendo nada ? – olhou Sophia que abriu a boca pra responder mas antes que começasse foi interrompida por Lua .
Lua: Arthur . – disse por fim e a compreensão misturou-se com a confusão no rosto das amigas .
Sophia: mas, aqui em Nova Iorque ? – perguntou virando-se pra ela .
Lua: sim . – confirmou suspirando .
Lua sentou no sofá com Sophia ao seu lado e Mel sentada no colo de Chay que estava em uma das poltronas do papai que tinha na sala . Ela contou tudo o que aconteceu ontem, em mínimos detalhes, deixando assim todos de queixo caído, até Chay que não sabia detalhadamente da história .
Lua: e agora ele mandou essas flores . – disse olhando todas as cestas .
Sophia: o que diz no cartão ? – perguntou vendo o pequeno envelope na mão direita dela .
Lua: é . . – pensou – nada demais . – deu de ombros – Vamos jantar . – chamou levantando .
Mel: o que você vai fazer com as flores ? – perguntou quando os quatro seguiam pra cozinha .
Lua: decorarei a casa e talvez até o meu escritório, - respondeu simples e as amigas lhe olharam – não posso jogar fora, são rosas vermelhas . – deu de ombros .
Mas o real motivo por ela não jogar fora era porque ele as mandara, mesmo que ela não quisesse admitir era única e exclusivamente por isso . O jantar foi descontraído, eles conversaram bastante, mas quando esse acabou Lua disse que iria subir pro seu quarto, precisava descansar pois amanhã trabalharia . As meninas que já dormiam cada qual em um dos milhares quartos de hospedes dali, Chay dormia com Mel . Porém quando a loira chegou ao seu quarto pegou o envelope que antes tinha ido deixar em sua cômoda e abriu novamente lendo o bilhete . . .
Lua: e agora ele mandou essas flores . – disse olhando todas as cestas .
Sophia: o que diz no cartão ? – perguntou vendo o pequeno envelope na mão direita dela .
Lua: é . . – pensou – nada demais . – deu de ombros – Vamos jantar . – chamou levantando .
Mel: o que você vai fazer com as flores ? – perguntou quando os quatro seguiam pra cozinha .
Lua: decorarei a casa e talvez até o meu escritório, - respondeu simples e as amigas lhe olharam – não posso jogar fora, são rosas vermelhas . – deu de ombros .
Mas o real motivo por ela não jogar fora era porque ele as mandara, mesmo que ela não quisesse admitir era única e exclusivamente por isso . O jantar foi descontraído, eles conversaram bastante, mas quando esse acabou Lua disse que iria subir pro seu quarto, precisava descansar pois amanhã trabalharia . As meninas que já dormiam cada qual em um dos milhares quartos de hospedes dali, Chay dormia com Mel . Porém quando a loira chegou ao seu quarto pegou o envelope que antes tinha ido deixar em sua cômoda e abriu novamente lendo o bilhete . . .
Porém quando a loira chegou ao seu quarto pegou o envelope que antes tinha ido deixar em sua cômoda e abriu novamente lendo o bilhete escrito com a caligrafia masculina perfeita .
“Rosas vermelhas, são suas preferidas não é mesmo ?!
Você deve estar se perguntando o que significa tudo isso não é ? Mas sabe, eu senti mesmo a sua falta, todos esses anos e todo dia eu pensava em você, por mais doloroso que fosse pra eu admitir naquela época, eu estava com saudades . Quando vim pra Nova Iorque, pensei em ir atrás de você, em te pedir desculpas, mas sabia que você não ia querer me ouvir, sabia que ia me por pra fora do mesmo jeito que fez antes . Então eu esperei, até acho que foi tempo demais, mas foi bom pra mim também, precisava por a cabeça no lugar . E finalmente eu encontrei você, e Deus, como estava linda . Alias, sempre foi não é mesmo ? Bom, em breve voltaremos a nos ver, então, até logo .
Esperando que esteja bem,
A. Aguiar .”
“Rosas vermelhas, são suas preferidas não é mesmo ?!
Você deve estar se perguntando o que significa tudo isso não é ? Mas sabe, eu senti mesmo a sua falta, todos esses anos e todo dia eu pensava em você, por mais doloroso que fosse pra eu admitir naquela época, eu estava com saudades . Quando vim pra Nova Iorque, pensei em ir atrás de você, em te pedir desculpas, mas sabia que você não ia querer me ouvir, sabia que ia me por pra fora do mesmo jeito que fez antes . Então eu esperei, até acho que foi tempo demais, mas foi bom pra mim também, precisava por a cabeça no lugar . E finalmente eu encontrei você, e Deus, como estava linda . Alias, sempre foi não é mesmo ? Bom, em breve voltaremos a nos ver, então, até logo .
Esperando que esteja bem,
A. Aguiar .”
Lua: o que você esta fazendo Aguiar? – perguntou sozinha jogando o bilhete em cima da cama antes de levantar . Precisava de um banho e cama, se sentia cansada .
No outro dia Lua acordou sentindo-se disposta, estava bem, ao contrario do que pensava que ia ficar, se sentia capaz de enfrentar o mundo hoje . Sorriu e levantou indo fazer suas higienes matinais; se vestiu, pegou suas armas, pôs uma mochila preta que ela não andava sem ela nas costas e saiu após pegar a chave da moto do lado da porta . Quando chegou à sede encontrou André esperando-a .
André: bom trabalho, - elogiou descontraído e ela o olhou confusa – os dois que você me mandou, eram realmente os que estava passando informações pra fora . – então ela entendeu assentindo .
Lua: o que tem pra mim hoje ? – perguntou entrando na sua sala com André a seu encalço .
No outro dia Lua acordou sentindo-se disposta, estava bem, ao contrario do que pensava que ia ficar, se sentia capaz de enfrentar o mundo hoje . Sorriu e levantou indo fazer suas higienes matinais; se vestiu, pegou suas armas, pôs uma mochila preta que ela não andava sem ela nas costas e saiu após pegar a chave da moto do lado da porta . Quando chegou à sede encontrou André esperando-a .
André: bom trabalho, - elogiou descontraído e ela o olhou confusa – os dois que você me mandou, eram realmente os que estava passando informações pra fora . – então ela entendeu assentindo .
Lua: o que tem pra mim hoje ? – perguntou entrando na sua sala com André a seu encalço .
André: bom, você sabe o que levaram não sabe ? – perguntou e agora sua voz era de uma seriedade que quase ninguém nunca vira, ela assentiu – Quem foi Lua? Precisa me dizer .
Lua: André, eu disse a Robert e vou repetir pra você, - suspirou olhando a mesa, odiava mentir, mas não tinha forças para entregar Arthur – eu não sei . – sibilou sem encarar o chefe .
Havia decidido que recuperaria todo o conteúdo que foi levado, faria isso sozinha, ninguém tinha nada que se meter nessa história, esse caso era único e exclusivamente dela e assim seria .
André: tudo bem Lua, - suspirou – quando você estiver decidida a me contar, conversamos . – disse simples e ela o olhou antes que ele se virasse pra sair, André a conhecia muito bem, tanto quanto Robert e por falar nele . . – Ah, - se virou para olhá-la novamente – Robert foi transferido pra cá, esta vindo hoje . – avisou e o coração de Lua acelerou significativamente .
Lua: obrigada . – agradeceu, sabia que tinha sido André quem havia transferido Robert, ela lhe pedira e ele fizera de tudo para atender seu pedido, como sempre .
André: disponha sempre . – sorriu de canto – E pensa bem boneca, - pediu chegando perto dela – tenta lembrar . – piscou pra ela e passou o dedo de leve sobre o seu nariz .
Lua: tudo bem, eu vou tentar . – prometeu e agradeceu em mente a ele por confiar tanto nela .
Assim ele se foi de sua sala . Quando Robert chegou às mulheres daquela sede pareciam ter enlouquecido, ele era a sensação do momento .
Lua: o que minha gente ? – perguntou olhando as mulheres que paravam de frente pra sala dela – Isso aqui virou a casa da mãe Joana por algum a caso ? Xô carniça . – levantou fechando a porta – Parece que você vai me dar trabalho Sr. Pattinson .- negou com a cabeça e o amigo riu .
Lua: André, eu disse a Robert e vou repetir pra você, - suspirou olhando a mesa, odiava mentir, mas não tinha forças para entregar Arthur – eu não sei . – sibilou sem encarar o chefe .
Havia decidido que recuperaria todo o conteúdo que foi levado, faria isso sozinha, ninguém tinha nada que se meter nessa história, esse caso era único e exclusivamente dela e assim seria .
André: tudo bem Lua, - suspirou – quando você estiver decidida a me contar, conversamos . – disse simples e ela o olhou antes que ele se virasse pra sair, André a conhecia muito bem, tanto quanto Robert e por falar nele . . – Ah, - se virou para olhá-la novamente – Robert foi transferido pra cá, esta vindo hoje . – avisou e o coração de Lua acelerou significativamente .
Lua: obrigada . – agradeceu, sabia que tinha sido André quem havia transferido Robert, ela lhe pedira e ele fizera de tudo para atender seu pedido, como sempre .
André: disponha sempre . – sorriu de canto – E pensa bem boneca, - pediu chegando perto dela – tenta lembrar . – piscou pra ela e passou o dedo de leve sobre o seu nariz .
Lua: tudo bem, eu vou tentar . – prometeu e agradeceu em mente a ele por confiar tanto nela .
Assim ele se foi de sua sala . Quando Robert chegou às mulheres daquela sede pareciam ter enlouquecido, ele era a sensação do momento .
Lua: o que minha gente ? – perguntou olhando as mulheres que paravam de frente pra sala dela – Isso aqui virou a casa da mãe Joana por algum a caso ? Xô carniça . – levantou fechando a porta – Parece que você vai me dar trabalho Sr. Pattinson .- negou com a cabeça e o amigo riu .
Robert: não fiz nada eim, não fiz nada . – levantou as duas mãos como sinal de quem esta rendido .
Agora ela riu, então escutaram duas batidinhas na porta .
Lua: provavelmente alguma dessas oferecidas arranjou um motivo pra vir aqui quer apostar ? – ele olhou divertido enquanto ela seguia até a porta abrindo-a – Engano . – disse virando-se pra ele e quando a porta terminou de abrir o coração de Robert deu um solavanco .
Lulli: eu vim te entregar isso, o André pediu . – disse olhando uns papéis, não tinha visto ele ali .
Lua: trabalho pra hoje ? – a amiga assentiu e quando essa levantou o rosto encontrou o Whisky dos olhos de Robert o que fez suas pernas lhe traírem – Eita . – disse segurando ela pelo braço quando a viu vacilar .
Lulli: e-eu, - gaguejou – eu preciso ir . – falou rapidamente entregando os papéis a ela e sumindo num corredor .
Lua: ok, - suspirou cansada – você devia falar alguma coisa, ficar assim pro resto da vida não adianta . – repreendeu e o amigo lhe olhou .
Robert: do que você esta falando Lua Lanco ? – perguntou e riu nervoso .
Lua: sei que vocês se gostam, será que da pra ser menos tímido Rob ? – pôs as mãos na cintura fazendo o amigo passar as mãos dentre os cabelos incerto, com um sorriso torto no rosto – Tudo bem, vamos trabalhar, depois você resolve isso . – disse voltando para o seu lugar .
Os dias foram se passando e Lua não tinha mais tido noticias de Arthur, até que um belo dia ela encontrou em cima do birô onde trabalhava, uma rosa vermelha com um chocolate e um bilhete ao lado . Guardou e assim passou a ser todos os dias, esses se converteram em dois meses .
Lua: finalmente ! – exclamou jogando as mãos pra cima .
Lulli: xiih . – repreendeu a amiga que riu – Vamos sair amanhã . – disse animada – Afinal, é domingo, meu dia de folga e coincidentemente o dele também . *-*
Agora ela riu, então escutaram duas batidinhas na porta .
Lua: provavelmente alguma dessas oferecidas arranjou um motivo pra vir aqui quer apostar ? – ele olhou divertido enquanto ela seguia até a porta abrindo-a – Engano . – disse virando-se pra ele e quando a porta terminou de abrir o coração de Robert deu um solavanco .
Lulli: eu vim te entregar isso, o André pediu . – disse olhando uns papéis, não tinha visto ele ali .
Lua: trabalho pra hoje ? – a amiga assentiu e quando essa levantou o rosto encontrou o Whisky dos olhos de Robert o que fez suas pernas lhe traírem – Eita . – disse segurando ela pelo braço quando a viu vacilar .
Lulli: e-eu, - gaguejou – eu preciso ir . – falou rapidamente entregando os papéis a ela e sumindo num corredor .
Lua: ok, - suspirou cansada – você devia falar alguma coisa, ficar assim pro resto da vida não adianta . – repreendeu e o amigo lhe olhou .
Robert: do que você esta falando Lua Lanco ? – perguntou e riu nervoso .
Lua: sei que vocês se gostam, será que da pra ser menos tímido Rob ? – pôs as mãos na cintura fazendo o amigo passar as mãos dentre os cabelos incerto, com um sorriso torto no rosto – Tudo bem, vamos trabalhar, depois você resolve isso . – disse voltando para o seu lugar .
Os dias foram se passando e Lua não tinha mais tido noticias de Arthur, até que um belo dia ela encontrou em cima do birô onde trabalhava, uma rosa vermelha com um chocolate e um bilhete ao lado . Guardou e assim passou a ser todos os dias, esses se converteram em dois meses .
Lua: finalmente ! – exclamou jogando as mãos pra cima .
Lulli: xiih . – repreendeu a amiga que riu – Vamos sair amanhã . – disse animada – Afinal, é domingo, meu dia de folga e coincidentemente o dele também . *-*
Robert: não fiz nada eim, não fiz nada . – levantou as duas mãos como sinal de quem esta rendido .
Agora ela riu, então escutaram duas batidinhas na porta .
Lua: provavelmente alguma dessas oferecidas arranjou um motivo pra vir aqui quer apostar ? – ele olhou divertido enquanto ela seguia até a porta abrindo-a – Engano . – disse virando-se pra ele e quando a porta terminou de abrir o coração de Robert deu um solavanco .
Lulli: eu vim te entregar isso, o André pediu . – disse olhando uns papéis, não tinha visto ele ali .
Lua: trabalho pra hoje ? – a amiga assentiu e quando essa levantou o rosto encontrou o Whisky dos olhos de Robert o que fez suas pernas lhe traírem – Eita . – disse segurando ela pelo braço quando a viu vacilar .
Lulli: e-eu, - gaguejou – eu preciso ir . – falou rapidamente entregando os papéis a ela e sumindo num corredor .
Lua: ok, - suspirou cansada – você devia falar alguma coisa, ficar assim pro resto da vida não adianta . – repreendeu e o amigo lhe olhou .
Robert: do que você esta falando Lua Lanco ? – perguntou e riu nervoso .
Lua: sei que vocês se gostam, será que da pra ser menos tímido Rob ? – pôs as mãos na cintura fazendo o amigo passar as mãos dentre os cabelos incerto, com um sorriso torto no rosto – Tudo bem, vamos trabalhar, depois você resolve isso . – disse voltando para o seu lugar .
Os dias foram se passando e Lua não tinha mais tido noticias de Arthur, até que um belo dia ela encontrou em cima do birô onde trabalhava, uma rosa vermelha com um chocolate e um bilhete ao lado . Guardou e assim passou a ser todos os dias, esses se converteram em dois meses .
Lua: finalmente ! – exclamou jogando as mãos pra cima .
Lulli: xiih . – repreendeu a amiga que riu – Vamos sair amanhã . – disse animada – Afinal, é domingo, meu dia de folga e coincidentemente o dele também . *-*
Agora ela riu, então escutaram duas batidinhas na porta .
Lua: provavelmente alguma dessas oferecidas arranjou um motivo pra vir aqui quer apostar ? – ele olhou divertido enquanto ela seguia até a porta abrindo-a – Engano . – disse virando-se pra ele e quando a porta terminou de abrir o coração de Robert deu um solavanco .
Lulli: eu vim te entregar isso, o André pediu . – disse olhando uns papéis, não tinha visto ele ali .
Lua: trabalho pra hoje ? – a amiga assentiu e quando essa levantou o rosto encontrou o Whisky dos olhos de Robert o que fez suas pernas lhe traírem – Eita . – disse segurando ela pelo braço quando a viu vacilar .
Lulli: e-eu, - gaguejou – eu preciso ir . – falou rapidamente entregando os papéis a ela e sumindo num corredor .
Lua: ok, - suspirou cansada – você devia falar alguma coisa, ficar assim pro resto da vida não adianta . – repreendeu e o amigo lhe olhou .
Robert: do que você esta falando Lua Lanco ? – perguntou e riu nervoso .
Lua: sei que vocês se gostam, será que da pra ser menos tímido Rob ? – pôs as mãos na cintura fazendo o amigo passar as mãos dentre os cabelos incerto, com um sorriso torto no rosto – Tudo bem, vamos trabalhar, depois você resolve isso . – disse voltando para o seu lugar .
Os dias foram se passando e Lua não tinha mais tido noticias de Arthur, até que um belo dia ela encontrou em cima do birô onde trabalhava, uma rosa vermelha com um chocolate e um bilhete ao lado . Guardou e assim passou a ser todos os dias, esses se converteram em dois meses .
Lua: finalmente ! – exclamou jogando as mãos pra cima .
Lulli: xiih . – repreendeu a amiga que riu – Vamos sair amanhã . – disse animada – Afinal, é domingo, meu dia de folga e coincidentemente o dele também . *-*
Lua: estranho, pensei que eles estavam dormindo . – comentou para si mesma e quando saiu não encontrou nada, até que escutou a voz rouca ao pé de seu ouvido .
Arthur: nunca esteve tão estonteante Lu . – elogiou subindo a mão pelas suas costas e parando na cintura fazendo todos os pelos do corpo dela se arrepiarem .
Lua estava paralisada . O que ele estava fazendo ali ? Estaria armado ? Afinal, agora Arthur era o criminoso mais procurado de todo o FBI . Ela não conseguia se mexer, talvez até nem conseguisse respirar, a mão dele ali lhe causava vertigens
Arthur: pensei que você ficaria feliz em me ver . – sussurrou beijando-lhe o pescoço e com essa ela quase desfaleceu ali mesmo .
As caricias foram se espalhando do pescoço para os ombros fazendo com que os olhos dela se fechassem lentamente . A mão dele foi tomando mais posse terminando de dar a volta na cintura dela e puxando-a mas pra si, fazendo os corpos se chocarem, ela arfou . Os beijos agora eram chupados e de vez enquando ela suspirava . Então num movimento brusco ele a virou deixando-a de frente fazendo assim com que ela abrisse os olhos e se situasse do que estava acontecendo ali .
Arthur: nunca esteve tão estonteante Lu . – elogiou subindo a mão pelas suas costas e parando na cintura fazendo todos os pelos do corpo dela se arrepiarem .
Lua estava paralisada . O que ele estava fazendo ali ? Estaria armado ? Afinal, agora Arthur era o criminoso mais procurado de todo o FBI . Ela não conseguia se mexer, talvez até nem conseguisse respirar, a mão dele ali lhe causava vertigens
Arthur: pensei que você ficaria feliz em me ver . – sussurrou beijando-lhe o pescoço e com essa ela quase desfaleceu ali mesmo .
As caricias foram se espalhando do pescoço para os ombros fazendo com que os olhos dela se fechassem lentamente . A mão dele foi tomando mais posse terminando de dar a volta na cintura dela e puxando-a mas pra si, fazendo os corpos se chocarem, ela arfou . Os beijos agora eram chupados e de vez enquando ela suspirava . Então num movimento brusco ele a virou deixando-a de frente fazendo assim com que ela abrisse os olhos e se situasse do que estava acontecendo ali .
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