Lua: também sinto a sua falta meu anjo, mas é que tenho tanto trabalho . – explicou se desculpando – Mas, prometo que vou arranjar uma brechinha pra você ta ? – disse convicta vendo-o rir .
André: tudo bem borboleta, tudo bem . – assentiu com a cabeça .
André a chamava assim desde que se tornara amigo dela . Ele sempre diz que Lua é como uma borboleta que saiu do casulo e agora voa livre, arrancando sorrisos do mundo com a sua beleza tão estonteante .
André: preciso voltar . – lamentou olhando o relógio .
Lua: eu também, ainda tenho algumas coisas pra resolver . – explicou levantando junto dele e esse deixou o dinheiro embaixo de um vasinho – Nunca me deixa pagar . – repreendeu e o outro saiu assobiando fazendo Lua rir .
André: tudo bem borboleta, tudo bem . – assentiu com a cabeça .
André a chamava assim desde que se tornara amigo dela . Ele sempre diz que Lua é como uma borboleta que saiu do casulo e agora voa livre, arrancando sorrisos do mundo com a sua beleza tão estonteante .
André: preciso voltar . – lamentou olhando o relógio .
Lua: eu também, ainda tenho algumas coisas pra resolver . – explicou levantando junto dele e esse deixou o dinheiro embaixo de um vasinho – Nunca me deixa pagar . – repreendeu e o outro saiu assobiando fazendo Lua rir .
Os dois seguiram até a sede em meio a uma conversa, gargalhavam vez o outra e todos olhavam, pareciam um casal de namorados . Ela tinha o braço entrelaçado no dele enquanto soltava piadas fazendo-o rir . Lua era engraçada, espontânea, impulsiva e foi por tudo isso e muito mais que ele gostou dela desde a primeira vez .
Lua: Mari linda e Maravilhosa, eu preciso que você revise esses papéis amanhã, vou deixar aqui em cima na sua mesa ta ? – disse já a noite quando todos se arrumavam pra ir embora depositando em cima da mesa os documentos .
Maria: olho sim Lu, pode deixar . – sorriu levantando e pegando sua bolsa .
Lua: até amanhã flor . – soltou um beijo no ar pra ela quando essa saiu .
Lua organizou as suas coisas antes de se despedir de André e sair . Quando chegou em casa Sophia estava na sala assistindo a um filme com uma bacia de pipocas na mão .
Lua: Mari linda e Maravilhosa, eu preciso que você revise esses papéis amanhã, vou deixar aqui em cima na sua mesa ta ? – disse já a noite quando todos se arrumavam pra ir embora depositando em cima da mesa os documentos .
Maria: olho sim Lu, pode deixar . – sorriu levantando e pegando sua bolsa .
Lua: até amanhã flor . – soltou um beijo no ar pra ela quando essa saiu .
Lua organizou as suas coisas antes de se despedir de André e sair . Quando chegou em casa Sophia estava na sala assistindo a um filme com uma bacia de pipocas na mão .
Sophia: ta servida ? – perguntou com a boca cheia .
Lua: claro . – assentiu achando graça e sentando do lado da amiga – O que é isso ? – perguntou olhando ela que comia deliciada a pipoca .
Sophia: - deu de ombros negando com a cabeça antes de engolir – fiquei com uma vontade imensa de comer pipoca, e essa já é a segunda remessa . – explicou sorrindo amarelamente e Lua riu .
As duas agora assistiam filme caladas enquanto comiam animadamente a pipoca que Sophia fizera . Elas saltavam de vez enquando, era filme de terror, mas as duas riam delas próprias . Do lado de fora em cima de uma das árvores que tinha no jardim, alguém as observava com um micro binóculo próximo aos olhos, quieto, silencioso, com uma Pistola silenciosa de PSS na mão .
Arthur: ah Lua . – lamentou suspirando, teria que fazer, era o único jeito .
Lua: claro . – assentiu achando graça e sentando do lado da amiga – O que é isso ? – perguntou olhando ela que comia deliciada a pipoca .
Sophia: - deu de ombros negando com a cabeça antes de engolir – fiquei com uma vontade imensa de comer pipoca, e essa já é a segunda remessa . – explicou sorrindo amarelamente e Lua riu .
As duas agora assistiam filme caladas enquanto comiam animadamente a pipoca que Sophia fizera . Elas saltavam de vez enquando, era filme de terror, mas as duas riam delas próprias . Do lado de fora em cima de uma das árvores que tinha no jardim, alguém as observava com um micro binóculo próximo aos olhos, quieto, silencioso, com uma Pistola silenciosa de PSS na mão .
Arthur: ah Lua . – lamentou suspirando, teria que fazer, era o único jeito .
Lulli e Robert haviam saído naquele dia, passaram o dia inteiro fora como ele prometera . Foram a vários lugares incríveis que Lulli disse nunca ter ido em Nova Iorque, e o dia como ela mesma nomeara havia sido perfeito .
Lulli: eu amei . – murmurou vermelhinha e Robert sorriu .
Robert: você é incrível sabia ? – elogiou e o rosto dela só pareceu ficar mais afogueado se é que isso era possível .
Lulli: não exagere Rob . – disse desviando os olhos dos dele .
Robert: não estou exagerando . – puxou delicadamente o rosto dela para que a mesma lhe olhasse – Jamais conheci mulher alguma que se iguala-se a você . – terminou sorrindo de canto e contornou a cintura dela com um braço puxando-a antes de tomar sua boca num beijo delicado, calmo e tão ansiado pelos dois durante todo esse tempo .
E os dois passaram um tempo assim, se beijando . Ela lhe acariciava a nuca com as unhas fazendo-o se arrepiar e apertar sua cintura, ele a puxava cada vez mais pra si, porém a necessidade do ar era evidente a ambos agora e esses se separaram com dois demorados selinhos .
Lulli: eu amei . – murmurou vermelhinha e Robert sorriu .
Robert: você é incrível sabia ? – elogiou e o rosto dela só pareceu ficar mais afogueado se é que isso era possível .
Lulli: não exagere Rob . – disse desviando os olhos dos dele .
Robert: não estou exagerando . – puxou delicadamente o rosto dela para que a mesma lhe olhasse – Jamais conheci mulher alguma que se iguala-se a você . – terminou sorrindo de canto e contornou a cintura dela com um braço puxando-a antes de tomar sua boca num beijo delicado, calmo e tão ansiado pelos dois durante todo esse tempo .
E os dois passaram um tempo assim, se beijando . Ela lhe acariciava a nuca com as unhas fazendo-o se arrepiar e apertar sua cintura, ele a puxava cada vez mais pra si, porém a necessidade do ar era evidente a ambos agora e esses se separaram com dois demorados selinhos .
Robert: por Deus, - murmurou sem solta-la ainda de olhos fechados e sem afastar o rosto do dela – não sabe quanto tempo eu ansiei por esse beijo . – confessou abrindo os olhos com um sorriso de canto dando de cara com o par de olhos castanhos envergonhados dela – O quanto eu quis sentir esse gosto tão doce, tão único . – disse subindo uma das mãos para o rosto dela e contornando os seus lábios com o polegar .
Lulli: ah Rob . – exclamou baixo, a felicidade transparecendo em sua voz e então o beijou novamente .
Um pouco longe dali .
Arthur: arrume as suas coisas, você precisa ir embora daqui . – disse a voz firme atrás dela que se arrepiou virando-se surpresa .
Como em um segundo ela estava só e no outro ele simplesmente fora parar em seu quarto ?
Lulli: ah Rob . – exclamou baixo, a felicidade transparecendo em sua voz e então o beijou novamente .
Um pouco longe dali .
Arthur: arrume as suas coisas, você precisa ir embora daqui . – disse a voz firme atrás dela que se arrepiou virando-se surpresa .
Como em um segundo ela estava só e no outro ele simplesmente fora parar em seu quarto ?
Lua: como é que é ? – perguntou após assimilar o que ele havia dito .
Arthur: vamos Lua, não temos tempo, precisamos ir embora . – disse impaciente .
Lua: ô meu filho, você bebeu ou fumou alguma coisa por acaso ? – franziu as sobrancelhas examinando todo o rosto de Arthur .
Arthur: não . – negou com veemência indo em direção ao guarda-roupa dela – Ande, me ajude . – pediu jogando a mala que pegara em cima da cama já com o zíper aberto .
Lua: ei ! – gritou chamando a atenção dele que lhe olhou, o olhar neutro – Da pra me explicar o que significa tudo isso ? – apontou pra mala – Eu não vou embora com você . Ta maluco ? – perguntou exasperada .
Arthur: estão em perigo . – explicou simples sem se alterar e o coração de Lua deu um solavanco doloroso – Todos vocês, mas enquanto você estiver aqui o perigo é ainda maior, precisa ir, - terminou olhando-a nos olhos, quase os perfurando – pelo menos por eles . – insistiu
Arthur: vamos Lua, não temos tempo, precisamos ir embora . – disse impaciente .
Lua: ô meu filho, você bebeu ou fumou alguma coisa por acaso ? – franziu as sobrancelhas examinando todo o rosto de Arthur .
Arthur: não . – negou com veemência indo em direção ao guarda-roupa dela – Ande, me ajude . – pediu jogando a mala que pegara em cima da cama já com o zíper aberto .
Lua: ei ! – gritou chamando a atenção dele que lhe olhou, o olhar neutro – Da pra me explicar o que significa tudo isso ? – apontou pra mala – Eu não vou embora com você . Ta maluco ? – perguntou exasperada .
Arthur: estão em perigo . – explicou simples sem se alterar e o coração de Lua deu um solavanco doloroso – Todos vocês, mas enquanto você estiver aqui o perigo é ainda maior, precisa ir, - terminou olhando-a nos olhos, quase os perfurando – pelo menos por eles . – insistiu
Lua: mas, a minha casa tem segurança total, não tem como entrar aqui . – negou temerosa .
Arthur: eu . . – suspirou vencido – Lu, eles vão vir atrás de você . E acredite, não é necessário entrar em sua casa pra fazer alguma coisa . – disse convicto e ela o olhava desolada .
Ir embora dali com o cara que ela mais despreza e poupar a vida de seus melhores amigos ? Não tinha duvidas do que fazer, mas não queria sair dali Arthur, e nem deixar os outros sozinhos, era perigoso demais .
Lua: não posso deixá-los aqui sozinhos . – explicou .
Arthur: quer você queira, quer não, estarão mais seguros com você longe, porque é você que eles querem . – afirmou e Lua sabia que ele estava certo, mesmo que odiasse admitir isso .
Arthur: eu . . – suspirou vencido – Lu, eles vão vir atrás de você . E acredite, não é necessário entrar em sua casa pra fazer alguma coisa . – disse convicto e ela o olhava desolada .
Ir embora dali com o cara que ela mais despreza e poupar a vida de seus melhores amigos ? Não tinha duvidas do que fazer, mas não queria sair dali Arthur, e nem deixar os outros sozinhos, era perigoso demais .
Lua: não posso deixá-los aqui sozinhos . – explicou .
Arthur: quer você queira, quer não, estarão mais seguros com você longe, porque é você que eles querem . – afirmou e Lua sabia que ele estava certo, mesmo que odiasse admitir isso .
Ela arrumou uma mala, jogando as roupas dentro de qualquer jeito, se teria que fazer isso então que fosse agora ou ela não iria . Escreveu uma carta e deixou do lado da cama de Sophia não queria ir no quarto de Mel, ela tinha o sono leve demais .
Arthur: vamos ? – chamou enquanto ela olhava a amiga que ressonava tranqüila .
Lua: antes que eu desista . – murmurou passando por ele e desceu as escadas com o mesmo em seu encalço .
Os dois foram então, e mesmo ele insistindo pra que ela deixasse lá, Lua foi em sua moto, era sua maior paixão, por ser simples, perigoso, fazia a adrenalina correr em suas veias, assim deixando-a esquecer de todo e qualquer problema .
Os dois foram então, e mesmo ele insistindo pra que ela deixasse lá, Lua foi em sua moto, era sua maior paixão, por ser simples, perigoso, fazia a adrenalina correr em suas veias, assim deixando-a esquecer de todo e qualquer problema .
Lua: meu Deus . – murmurou apalermada quando eles pararam .
Arthur: eér, - ele coçou a cabeça do lado dela – eu não tinha uma menor tão longe . – explicou como quem se desculpa e seguiu entrando na mansão com ela a seu encalço .
Arthur: vamos ? – chamou enquanto ela olhava a amiga que ressonava tranqüila .
Lua: antes que eu desista . – murmurou passando por ele e desceu as escadas com o mesmo em seu encalço .
Os dois foram então, e mesmo ele insistindo pra que ela deixasse lá, Lua foi em sua moto, era sua maior paixão, por ser simples, perigoso, fazia a adrenalina correr em suas veias, assim deixando-a esquecer de todo e qualquer problema .
Os dois foram então, e mesmo ele insistindo pra que ela deixasse lá, Lua foi em sua moto, era sua maior paixão, por ser simples, perigoso, fazia a adrenalina correr em suas veias, assim deixando-a esquecer de todo e qualquer problema .
Lua: meu Deus . – murmurou apalermada quando eles pararam .
Arthur: eér, - ele coçou a cabeça do lado dela – eu não tinha uma menor tão longe . – explicou como quem se desculpa e seguiu entrando na mansão com ela a seu encalço .
Lua: isso é praticamente um castelo Arthurr, - disse ainda pasma – a minha casa cabe três vezes ai dentro, e modéstia a parte, a minha casa é bem grande .
E Lua não estava exagerando nenhum pouco quando disse isso . A mansão de Arthur era imensa, fora o jardim que tinha sabe lá Deus quantos metros de comprimento, tanto pela frente quando pelos lados e costas da ‘casa’ . Mas quando ela entrou, ficou mais surpresa e extasiada do que já estava, era tudo simplesmente incrível ali . Era tudo muito refinado lá dentro, muito masculino, tinha bem a cara de Arthur pra falar a verdade . De frente a porta tinha uma escada talvez um pouco exagerada, os degraus de madeira e o corrimão cinza a qual levava pros quartos e pra suíte .
E Lua não estava exagerando nenhum pouco quando disse isso . A mansão de Arthur era imensa, fora o jardim que tinha sabe lá Deus quantos metros de comprimento, tanto pela frente quando pelos lados e costas da ‘casa’ . Mas quando ela entrou, ficou mais surpresa e extasiada do que já estava, era tudo simplesmente incrível ali . Era tudo muito refinado lá dentro, muito masculino, tinha bem a cara de Arthur pra falar a verdade . De frente a porta tinha uma escada talvez um pouco exagerada, os degraus de madeira e o corrimão cinza a qual levava pros quartos e pra suíte .
Arthur: bom vamos lá . – disse suspirando enquanto deixava à mala dela no chão de frente a escada e andava para o lado direito entrando assim em uma cozinha, significativamente enorme – Aqui é a cozinha, logo você vai conhecer a Jô, vai gostar dela . - garantiu pra Lua que estava parada ao seu lado . A cozinha tinha de um lado duas geladeiras, do outro dois fogões, dois armários nas diagonais das paredes e uma enorme mesa no meio – Bom, - voltou saindo da cozinha e indo pro outro lado – aqui é a sala, tem a televisão, o DVD e da estante que ficam alguns filmes se quiser assistir . – ela olhava tudo, era incrível . Os dois sofás eram pretos e as duas poltronas brancas ao lado entravam em contraste junto das paredes, a estante também preta em um canto da sala e a teve de plasma na parede – Temos a sala de jantar, - disse andando para um lado da sala onde Lua já havia visto a abertura de uma porta – onde fazemos todas as refeições . – terminou quando chegaram la . Tinha uma mesa, as pernas de madeira, pintadas de preto, com a parte de cima de vidro onde tinha repousado um vaso de rosas vermelhas o que fez Luq sorrir, e cadeiras acolchoadas também pretas, lá era um iluminado fraquinho, agradável – E na outra porta, - mostrou quando saiam da sala de janta – é como se fosse uma sala de recepções pra visitas . La atrás é a varanda, acho que você vai gostar, tem um enorme jardim . – disse por fim .
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