Era uma mulher, tinha os cabelos castanho claros e os olhos do mesmo jeito, o corpo perfeito vestia uma roupa conjunta preta como um macacão, sendo que era todo colado no corpo e cobria dos punhos até os tornozelos, um scarpim preto quase todo fechado nos pés e o mais importante, tinha uma arma de longo alcance na mão, onde olhava pelo alvo e Lua estava nele, parada no local perfeito já que ela tinha andando pro meio da praça pra perto do chafariz novamente .
xxxx: isso Lua, fica bem paradinha . - murmurou ela e quando foi disparar viu alguém passando do lado de Lua fazendo assim com que ela errasse pois não pdoia matar mais ninguém a não ser a pessoa que tinha sido designada a matar - merda Lua María . - murmurou tentando mirar de novo .
Mas Lua era uma agente muito bem treinada pra ouvir qualquer coisa e escutou quando a bala passou bem perto de si logo confirmando a sua suspeita quando viu a bala presa ao chão de madeira que o chafariz ficava em cima .
Então outra bala foi lançada mas alguém puxou Lua pro lado e saiu correndo carregando-a pra trás da sorveteria .
xxxx: mas será possível que você seja tão teimosa ? - olhou ela ofegante e essa estava assustada .
Lua: Christopher como você . . - ele a interrompeu .
Arthur: sai te procurando que nem um maluco, - disse irritado - sabia que você não podia estar muito longe . - terminou a respiração alterada e olhou pro prédio onde viu um vulto preto ainda parado lá em cima, só esperando pra dar o bote - Vamos .
Ele puxou Lua cobrindo-a com seu corpo e quando os dois já estava perto do carro ela quase caiu e saindo da proteção dele outro tiro veio em direção a ela . . .
xxxx: isso Lua, fica bem paradinha . - murmurou ela e quando foi disparar viu alguém passando do lado de Lua fazendo assim com que ela errasse pois não pdoia matar mais ninguém a não ser a pessoa que tinha sido designada a matar - merda Lua María . - murmurou tentando mirar de novo .
Mas Lua era uma agente muito bem treinada pra ouvir qualquer coisa e escutou quando a bala passou bem perto de si logo confirmando a sua suspeita quando viu a bala presa ao chão de madeira que o chafariz ficava em cima .
Então outra bala foi lançada mas alguém puxou Lua pro lado e saiu correndo carregando-a pra trás da sorveteria .
xxxx: mas será possível que você seja tão teimosa ? - olhou ela ofegante e essa estava assustada .
Lua: Christopher como você . . - ele a interrompeu .
Arthur: sai te procurando que nem um maluco, - disse irritado - sabia que você não podia estar muito longe . - terminou a respiração alterada e olhou pro prédio onde viu um vulto preto ainda parado lá em cima, só esperando pra dar o bote - Vamos .
Ele puxou Lua cobrindo-a com seu corpo e quando os dois já estava perto do carro ela quase caiu e saindo da proteção dele outro tiro veio em direção a ela . . .
Ele puxou Lua cobrindo-a com seu corpo e quando os dois já estava perto do carro ela quase caiu e saindo da proteção dele outro tiro veio em direção a ela mas Arthur se adiantou cobrindo o corpo dela com o seu e puxando-a pro lado o quanto pôde, então os dois saíram correndo e entraram no carro indo em direção a mansão na maior velocidade que pode . Chegando lá ele desceu do carro e bateu a porta sem sequer abrir a porta do lado dela e entrou furioso em casa, seu corpo parecia queimar e o seu ombro doía barbaramente, mas isso ele não estava entendendo o porque .
Lua: thur . – chamou baixo quando entrou em casa e ele já ia subir as escadas .
Arthur: não fala nada ta ? – rosnou virando-se pra ela – Eu avisei Lua, pedi pra você ficar em casa, disse que estava correndo perigo, mas você não me escuta ! Que diabos, será que pode parar de ser tão teimosa só uma vez na via ? – rugiu furioso .
Lua: olha me desculpa, - falou agora gritando – mas eu precisava sair daqui, eu não agüentava mais ficar presa nessa casa . – terminou irritada .
Arthur: olha, você faz o que você quiser a partir de agora Lua Blanco, eu tava tentando te proteger, mas você parece que não precisa . – debochou e virou as costas pra sair quando ouviu ela exclamar .
Lua: Arthur meu Deus . – exclamou e pôs as mãos na boca .
Arthur: o que ? – perguntou seco voltando pra ela .
Lua: cale a boca e vira . – mando virando-o de costas pela cintura – Preciso chamar um médico pra tratar disso . – disse apressada e saiu a procura do telefone .
Arthur: quer me dizer o que . . – se interrompeu ao passar a mão no ombro pela parte de trás e voltar com a essa cheia de sangue, então, o tiro pegara nele – Por isso dói tanto . – murmurou pra si mesmo .
Lua: thur . – chamou baixo quando entrou em casa e ele já ia subir as escadas .
Arthur: não fala nada ta ? – rosnou virando-se pra ela – Eu avisei Lua, pedi pra você ficar em casa, disse que estava correndo perigo, mas você não me escuta ! Que diabos, será que pode parar de ser tão teimosa só uma vez na via ? – rugiu furioso .
Lua: olha me desculpa, - falou agora gritando – mas eu precisava sair daqui, eu não agüentava mais ficar presa nessa casa . – terminou irritada .
Arthur: olha, você faz o que você quiser a partir de agora Lua Blanco, eu tava tentando te proteger, mas você parece que não precisa . – debochou e virou as costas pra sair quando ouviu ela exclamar .
Lua: Arthur meu Deus . – exclamou e pôs as mãos na boca .
Arthur: o que ? – perguntou seco voltando pra ela .
Lua: cale a boca e vira . – mando virando-o de costas pela cintura – Preciso chamar um médico pra tratar disso . – disse apressada e saiu a procura do telefone .
Arthur: quer me dizer o que . . – se interrompeu ao passar a mão no ombro pela parte de trás e voltar com a essa cheia de sangue, então, o tiro pegara nele – Por isso dói tanto . – murmurou pra si mesmo .
Lua: pode vir agora ? – Arthur ouviu ela perguntou e virou vendo essa ao telefone com a lista de telefones na mão, provavelmente onde achara o telefone do hospital – Ok, fico esperando obrigado . – agradeceu desligando .
Arthur: não precisava chamar um médico por . . . – interrompido .
Lua: dessa vez você não seja mal agradecido e cale a boca . – disse impaciente – Ande, suba . – mandou empurrando-o escada a cima pela parte de trás de cintura .
Lua levou Arthur até a suíte levando-o direto pro banheiro fazendo com que esse se sentasse em um baquinho onde ela tirou sua camisa e começou a limpar o ferimento com água oxigenada, Arthur como já estava acostumado a dor não reclamou apenas se deixou ser cuidado, ela obrigou ele a tomar banho e deitou esse na cama de bruços .
Lua: ele precisa chegar, tem tirar essa bala daqui . – disse torturada olhando o bala que ainda estava no ombro dele e imaginando a dor que aquilo estava causando nele, então a campanhinha tocou – Fica ai deitado . – mandou antes de sair correndo que nem uma menina e atender a porta – Trouxe tudo pra remover a bala ? – ela perguntou ao médico e esse assentiu entrando junto da loira .
Ela subiu com o médico e esse retirou com uma pouco de dificuldade a bala já que havia entrado um pouco demais, fez um curativo quando terminou e deu a Lua a receita de alguns antibióticos pois o buraco da bala ficou muito fundo e ele garantiu que era melhor dar os remédios a ele.
Arthur: não precisava chamar um médico por . . . – interrompido .
Lua: dessa vez você não seja mal agradecido e cale a boca . – disse impaciente – Ande, suba . – mandou empurrando-o escada a cima pela parte de trás de cintura .
Lua levou Arthur até a suíte levando-o direto pro banheiro fazendo com que esse se sentasse em um baquinho onde ela tirou sua camisa e começou a limpar o ferimento com água oxigenada, Arthur como já estava acostumado a dor não reclamou apenas se deixou ser cuidado, ela obrigou ele a tomar banho e deitou esse na cama de bruços .
Lua: ele precisa chegar, tem tirar essa bala daqui . – disse torturada olhando o bala que ainda estava no ombro dele e imaginando a dor que aquilo estava causando nele, então a campanhinha tocou – Fica ai deitado . – mandou antes de sair correndo que nem uma menina e atender a porta – Trouxe tudo pra remover a bala ? – ela perguntou ao médico e esse assentiu entrando junto da loira .
Ela subiu com o médico e esse retirou com uma pouco de dificuldade a bala já que havia entrado um pouco demais, fez um curativo quando terminou e deu a Lua a receita de alguns antibióticos pois o buraco da bala ficou muito fundo e ele garantiu que era melhor dar os remédios a ele.
Lua: tudo bem, obrigada . – ela agradeceu ao médico antes dele sair e quando esse se foi ela fechou a porta voltando lá pra cima .
Arthur já dormia quando ela voltou, ele deveria estar exausto e um dos antibióticos que o médico dissera pra Lua dar assim que ele terminou o curativo devia ter feito efeito já .
Ela sentou-se no puf preto que ficava de frente a cama e olhou Arthur, ele se colocara na frente de uma bala por ela, meu Deus, o que será que ele sentia por ela no final das contas ? Não, ele não podia sentir nada por ela, pensou, não possível . E Lua estava tão cansada que acabou por adormecer ali de mal jeito, por certo teria uma baita dor de coluna no dia seguinte . Mas alguma coisa a acordou de madrugada .
Lua: tudo bem, obrigada . – ela agradeceu ao médico antes dele sair e quando esse se foi ela fechou a porta voltando lá pra cima .
Arthur já dormia quando ela voltou, ele deveria estar exausto e um dos antibióticos que o médico dissera pra Lua dar assim que ele terminou o curativo devia ter feito efeito já .
Arthur já dormia quando ela voltou, ele deveria estar exausto e um dos antibióticos que o médico dissera pra Lua dar assim que ele terminou o curativo devia ter feito efeito já .
Arthur: não, - murmurou – Lua . – gemeu torturado, sua voz era quase um sussurro mas apenas isso fez com que Lua acordasse – Me perdoa . – suplicou – Lua . – sussurrava ele .
Lua: mas o que . . - ela levantou desorientada e viu Arthur todo soado e encolhido em cima da cama já sem o edredom em cima de si enquanto ainda sussurrava o nome dela pedindo que o perdoasse .
Arthur: olhos lindos, por favor . – murmurou atormentado .
Lua: Thur . – chamou baixinho mas ele continuava de olhos fechados, ela pôs uma das mãos na testa dele e puxou de volta como se tivesse lhe queimado – Deus, esta ardendo em febre . – concluiu e correu escada a baixo indo direto a cozinha .
Lua procurou uma bacia e acabou derrubando algumas panelas, fazendo barulho e não muito tempo depois Joana apareceu assustada .
Joana: menina, - chamou carinhosa, ela tinha se aproximado bastante de Lua nos dias que essa já havia passado ali – o que aconteceu ? – perguntou ainda meio sonolenta .
Lua: Jô me ajuda, o Arthur ta lá em cima, - disse apressada com a bacia na mão – ele ta queimando em febre . É água gelada não é ? – perguntou atordoada e senhora assentiu – Por favor, ele já ta até delirando . – pediu agoniada .
Joana: vamos, vá ficar com ele, eu termino isso . – disse tirando ela dali e essa correu escada acima .
Lua: ah meu Deus . – gemeu torturada olhando-o e andou lentamente enquanto ia pra perto dele .
O lençol da cama estava encharcado pois Arthur não parava de soar e de murmurar coisas as vezes indecifráveis . Ela sentou ao lado dele na altura de sua cabeça e esse por um impulso pôs a cabeça no colo dela ainda inquieto .
Arthur: olhos lindos, - murmurou ainda todo encolhido, ele tremia – por favor, me perdoa . – pediu, as mãos estavam juntas encolhidas perto do peito .
Lua: Thur, calma . – pediu atordoada e foi aproximando a mão dos cabelos dele com um pouco de receio, mas logo estava acariciando esse, porém a febre não havia cedido e logo Joana chegou com a bacia e três toalhas pequenas no braço .
Lua: Thur . – chamou baixinho mas ele continuava de olhos fechados, ela pôs uma das mãos na testa dele e puxou de volta como se tivesse lhe queimado – Deus, esta ardendo em febre . – concluiu e correu escada a baixo indo direto a cozinha .
Lua procurou uma bacia e acabou derrubando algumas panelas, fazendo barulho e não muito tempo depois Joana apareceu assustada .
Joana: menina, - chamou carinhosa, ela tinha se aproximado bastante de Lua nos dias que essa já havia passado ali – o que aconteceu ? – perguntou ainda meio sonolenta .
Lua: Jô me ajuda, o Arthur ta lá em cima, - disse apressada com a bacia na mão – ele ta queimando em febre . É água gelada não é ? – perguntou atordoada e senhora assentiu – Por favor, ele já ta até delirando . – pediu agoniada .
Joana: vamos, vá ficar com ele, eu termino isso . – disse tirando ela dali e essa correu escada acima .
Lua: ah meu Deus . – gemeu torturada olhando-o e andou lentamente enquanto ia pra perto dele .
O lençol da cama estava encharcado pois Arthur não parava de soar e de murmurar coisas as vezes indecifráveis . Ela sentou ao lado dele na altura de sua cabeça e esse por um impulso pôs a cabeça no colo dela ainda inquieto .
Arthur: olhos lindos, - murmurou ainda todo encolhido, ele tremia – por favor, me perdoa . – pediu, as mãos estavam juntas encolhidas perto do peito .
Lua: Thur, calma . – pediu atordoada e foi aproximando a mão dos cabelos dele com um pouco de receio, mas logo estava acariciando esse, porém a febre não havia cedido e logo Joana chegou com a bacia e três toalhas pequenas no braço .
Joana agora molhava a toalha com a água gelada e colocava na testa de Arthur, ela trocou as duas toalhas e no final a febre estava cedendo, ele já não soava tanto e nem delirava mais, estava apenas ressonando tranqüilo, a cabeça ainda no colo de Lua enquanto ela continuava a lhe fazer carinhos totalmente alheia olhando-o .
Joana: ele vai ficar melhor, - disse tranqüilizando a ruiva que lhe olhou quando ela levantou – foi só um enfeito do ferimento . – explicou – Boa noite menina, não se demore a dormir . – pediu antes de sair do quarto e Lua apenas assentiu com a cabeça voltando a olhar Arthur quando a porta já estava fechada .
Arthur: obrigado . – murmurou rouco e ela pensou que ele estava delirando novamente .
Lua: Jô ele . . – começou a gritar mas se interrompeu quando viu os olhos de Arthur abertos .
Arthur: obrigado por cuidar de mim . – agradeceu, a voz falhando pelo sono ainda recente .
Lua: eu, não . . – gaguejou tirando as mãos do cabelo dele e tentando levantar sem machucá-lo pois a cabeça dele ainda estava em seu colo
Arthur: não, - segurou o pulso dela – não vá . – pediu olhando-a, ele tinha os olhos cansados como os dela .
Lua: Arthur, me deixa ir . – pediu sem encará-lo .
Arthur: por favor olhos lindos, - ele tirou a cabeça do colo dela e afastou um pouco deixando o outro lado da cama livre, e os lençóis dessa já estavam secos – fica comigo . – repetiu o pedido dela na outra noite .
A hesitação era evidente nos olhos de Lua mas ela o olhou ali tão frágil, não parecia o mesmo homem durão de hoje mais cedo, parecia um menino que precisava de alguém pra segurar a mão pra poder dormir . Então ela deitou ao lado dele e sentiu esse lhe abraçar pela cintura encostando a cabeça em seu colo, de repente ela não lembrava de como era respirar .
Joana: ele vai ficar melhor, - disse tranqüilizando a ruiva que lhe olhou quando ela levantou – foi só um enfeito do ferimento . – explicou – Boa noite menina, não se demore a dormir . – pediu antes de sair do quarto e Lua apenas assentiu com a cabeça voltando a olhar Arthur quando a porta já estava fechada .
Arthur: obrigado . – murmurou rouco e ela pensou que ele estava delirando novamente .
Lua: Jô ele . . – começou a gritar mas se interrompeu quando viu os olhos de Arthur abertos .
Arthur: obrigado por cuidar de mim . – agradeceu, a voz falhando pelo sono ainda recente .
Lua: eu, não . . – gaguejou tirando as mãos do cabelo dele e tentando levantar sem machucá-lo pois a cabeça dele ainda estava em seu colo
Arthur: não, - segurou o pulso dela – não vá . – pediu olhando-a, ele tinha os olhos cansados como os dela .
Lua: Arthur, me deixa ir . – pediu sem encará-lo .
Arthur: por favor olhos lindos, - ele tirou a cabeça do colo dela e afastou um pouco deixando o outro lado da cama livre, e os lençóis dessa já estavam secos – fica comigo . – repetiu o pedido dela na outra noite .
A hesitação era evidente nos olhos de Lua mas ela o olhou ali tão frágil, não parecia o mesmo homem durão de hoje mais cedo, parecia um menino que precisava de alguém pra segurar a mão pra poder dormir . Então ela deitou ao lado dele e sentiu esse lhe abraçar pela cintura encostando a cabeça em seu colo, de repente ela não lembrava de como era respirar .
Quando olhou ele esse já ressonava tranqüilo e a respiração dela voltou, normal, e agora ela já lhe acariciava os cabelos, meu Deus, porque ele tinha que voltar ? Era tão mais fácil sem ele, ela não estava tão bem antes ?
O resto da noite passou tranqüila e os dois mesmo que inconscientemente não se soltaram em nenhum momento . Quando Lua acordou viu que Arthur começava a se levantar mas parou sentado na cama sentindo uma dor incomoda no ombro ferido .
Lua: o que você esta fazendo ? – perguntou ainda um pouco rouca sem se levantar .
Arthur: preciso ir trabalhar . – disse simples e se calçou .
Lua: como é que é eim ? – perguntou levantando e segurando ele pelo braço bom – Arthur deita ai . – disse já totalmente acordada .
Arthur: você não acha que eu vou ficar deitado aqui o dia todo acha ? – perguntou virando-se para olhá-la .
Lua: não, eu não acho . – disse simples e levantou indo pro lado da cama que ele estava sentado – Eu tenho certeza . Agora deita logo . – mandou com as mãos na cintura e Arthur riu debochado .
Arthur: isso não é sério né ?! – perguntou com um sorriso de canto no rosto e a sobrancelha erguida .
Lua: ou você fica, ou eu saio daqui e sumo das suas vistas . – ameaçou com um sorriso vitorioso no rosto e viu ele ficar serio estreitando os olhos pra ela – Estou falando sério . – assentiu sorrindo e saiu do quarto, descendo as escadas .
Arthur ajeitou o travesseiro no espelho da cama de um modo que ele não ficasse nem deitado e nem totalmente sentado, se encostou nele de braços cruzados e bufou, quem ela pensa que é ? A mãe dele por a caso ? E mais ou menos uma meia hora depois Lua voltou equilibrando uma bandeja na mão, e nessa tinha o café da manhã de Arthur: Um pratinho com algumas torradas crocantes, morangos numa vasilhinha de porcelana, um copo com suco de uva verde e algumas poucas frutas em outro pratinho cortadas em cubinhos .
Arthur: mas o que é isso ? – ele perguntou franzindo as sobrancelhas olhando Lua que colocava lentamente a bandejinha na cama com os pesinhos um de cada lado das pernas dele .
Lua: o que você esta fazendo ? – perguntou ainda um pouco rouca sem se levantar .
Arthur: preciso ir trabalhar . – disse simples e se calçou .
Lua: como é que é eim ? – perguntou levantando e segurando ele pelo braço bom – Arthur deita ai . – disse já totalmente acordada .
Arthur: você não acha que eu vou ficar deitado aqui o dia todo acha ? – perguntou virando-se para olhá-la .
Lua: não, eu não acho . – disse simples e levantou indo pro lado da cama que ele estava sentado – Eu tenho certeza . Agora deita logo . – mandou com as mãos na cintura e Arthur riu debochado .
Arthur: isso não é sério né ?! – perguntou com um sorriso de canto no rosto e a sobrancelha erguida .
Lua: ou você fica, ou eu saio daqui e sumo das suas vistas . – ameaçou com um sorriso vitorioso no rosto e viu ele ficar serio estreitando os olhos pra ela – Estou falando sério . – assentiu sorrindo e saiu do quarto, descendo as escadas .
Arthur ajeitou o travesseiro no espelho da cama de um modo que ele não ficasse nem deitado e nem totalmente sentado, se encostou nele de braços cruzados e bufou, quem ela pensa que é ? A mãe dele por a caso ? E mais ou menos uma meia hora depois Lua voltou equilibrando uma bandeja na mão, e nessa tinha o café da manhã de Arthur: Um pratinho com algumas torradas crocantes, morangos numa vasilhinha de porcelana, um copo com suco de uva verde e algumas poucas frutas em outro pratinho cortadas em cubinhos .
Arthur: mas o que é isso ? – ele perguntou franzindo as sobrancelhas olhando Lua que colocava lentamente a bandejinha na cama com os pesinhos um de cada lado das pernas dele .
Lua: seu café da manhã, eu mesma arrumei . – disse orgulhosa e viu ele abrir a boca – Cale a boca e coma logo sim ?! – sentou do lado dele impaciente e pegou um morango indo com esse em direção a boca dele .
Arthur: por Deus, eu não sou mais uma criança . – exclamou incrédulo olhando-a .
Lua: o garoto, - disse como quem fala com um menino – você quer abrir a boca ! – mandou mais impaciente do que antes e esse a obedeceu de mal gosto – Isso, muito bem . – disse com um sorriso no rosto e ele revirou os olhos .
Lua soltava gargalhadas gostosas das caras que Arthur fazia quando essa, ia com algumas das comidas até a boca dele . Mas ele também não ficou por baixo, fez ela comer alguns cubinhos das frutinhas que tinham no prato e isso fez nascerem caretas no rosto dela e sorrisos no dele . E assim foi o café dos dois, na cama, pela primeira vez juntos sem brigas, apenas rindo e por incrível que pareça, conversando .
Lua: bom, na verdade, - começou ela respondendo uma pergunta de Arthur – eu sempre quis ser alguém que fizesse justiça sabe ?! Desde pequena . – explicou e ele assentiu olhando-a, os dois já haviam deixado a bandeja que agora só continha os pratos, a vasilha e o copo, todos vazios – Só que aconteceu uma coisa que eu nunca contei pra ninguém . – ela suspirou e baixou a cabeça .
Arthur: ei, - ele chamou carinhoso e preocupado levantando o rosto dela com o dedo indicador fazendo essa olhá-lo – o que aconteceu hã ? Pode confiar em mim . - garantiu .
Lua: a minha mãe, - murmurou olhando nos olhos dele e os seus já ficavam úmidos – ela não morreu acidentalmente Arthur, - continuou sentindo duas lágrimas escorrerem por seu rosto vendo ele secá-las – ela foi assassinada, assassinada ! – terminou e a sua voz era mais firme, Arthur deu um pulo surpreso.
Arthur: por Deus, eu não sou mais uma criança . – exclamou incrédulo olhando-a .
Lua: o garoto, - disse como quem fala com um menino – você quer abrir a boca ! – mandou mais impaciente do que antes e esse a obedeceu de mal gosto – Isso, muito bem . – disse com um sorriso no rosto e ele revirou os olhos .
Lua soltava gargalhadas gostosas das caras que Arthur fazia quando essa, ia com algumas das comidas até a boca dele . Mas ele também não ficou por baixo, fez ela comer alguns cubinhos das frutinhas que tinham no prato e isso fez nascerem caretas no rosto dela e sorrisos no dele . E assim foi o café dos dois, na cama, pela primeira vez juntos sem brigas, apenas rindo e por incrível que pareça, conversando .
Lua: bom, na verdade, - começou ela respondendo uma pergunta de Arthur – eu sempre quis ser alguém que fizesse justiça sabe ?! Desde pequena . – explicou e ele assentiu olhando-a, os dois já haviam deixado a bandeja que agora só continha os pratos, a vasilha e o copo, todos vazios – Só que aconteceu uma coisa que eu nunca contei pra ninguém . – ela suspirou e baixou a cabeça .
Arthur: ei, - ele chamou carinhoso e preocupado levantando o rosto dela com o dedo indicador fazendo essa olhá-lo – o que aconteceu hã ? Pode confiar em mim . - garantiu .
Lua: a minha mãe, - murmurou olhando nos olhos dele e os seus já ficavam úmidos – ela não morreu acidentalmente Arthur, - continuou sentindo duas lágrimas escorrerem por seu rosto vendo ele secá-las – ela foi assassinada, assassinada ! – terminou e a sua voz era mais firme, Arthur deu um pulo surpreso.
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